terça-feira

Mais sobre audiolivros

Depois de já aqui ter anunciado a colecção de audiolivros lançada pela editora 101noites, deixo agora aqui mais uma iniciativa em torno destes bons companheiros de viagem.
Já agora aproveito para perguntar se alguém já ouviu estes ou outros audiolivros em viagem? Como nas próximas semanas vou ter de fazer uma viagem longa queria uma opinião.

Esta conferência realiza-se amanhã no Museu da Electricidade (Central Tejo) às 18:30.
Imagem: 101noites

quinta-feira

Nunca leio um livro que tenho de criticar; influencia-me muito!*

Um amigo que sabe que estou a moderar um Grupo de Leitores enviou-me (como provocação) um artigo - Faking it - que foi publicado no New York Times sobre um livro que tem estado nos TOPs em França: How to Talk About Books You Haven’t Read (Como Falar dos Livros que Não Lemos?) de Pierre Bayard.

Por mais estranho que esta situação possa parecer - tendo em conta as minhas actuais funções no Grupo de Leitores - tenho de reconhecer que tal situação é possível e mais frequente do que se possa imaginar. Já todos ouvidos alguém falar com bastante propriedade de livros sobre os quais se nota que só leram a contracapa, deduziram pelo título ou pelo género literário do autor, ou seja, personagens muito semelhantes à do "Pacheco" criada por Eça de Queirós.

A edição portuguesa é da Verso de Kapa que apresenta o livro assim:
Trata-se de uma análise feita sobre o acto de ler ou melhor; sobre a acto de não ler! Este livro é, sobretudo, um ensaio inteligente sobre as várias formas de apreciar um livro. A leitura da primeira à última página, em ordem e sem saltos, é apenas uma entre inúmeras possibilidades – e nem sempre a mais compensadora. O livro largado a meio, ou nas primeiras páginas, ou lido aos pedaços, ou apenas folheado – todos eles fazem parte do histórico do leitor. Isto é válido não apenas para os clássicos mais portentosos como também para as obras de consumo rápido. As quase-leituras são, de acordo com Bayard, tão válidas quanto a leitura integral. Aliás, a ideia de que se pode ler um livro por inteiro é ilusória. As pessoas começam a esquecer uma página quando começam a ler a seguinte. Com o tempo, vão confundindo as obras, ou esquecem-nas totalmente e quando são chamados a dar sua opinião, acabam por falar não do livro efectivo, mas da lembrança imperfeita e distorcida que guardaram dessas mesmas obras. O título é polémico e dá a sensação que a opinião do autor é a de incentivar à não leitura, mas o que se pretende é ensinar a “ler”, não é ler por ler (sem reter), mas saber ler de forma a conseguir falar daquele livro e de outros, sem ter lido tudo. É um livro paradoxal. O autor pretende desmistificar a ideia de que ler um livro é uma coisa que leva muito tempo e apresenta técnicas para não ler, levando assim à leitura. Como já dizia Óscar Wilde "A crítica literária é uma forma de autobiografia. Fale sempre do significado pessoal que um livro tem para si – mesmo que não o tenha lido".

O 1º capítulo do livro pode ser lido aqui.
* Citação de Oscar Wilde.
Imagem: Editora

terça-feira

Desabafos profissionais III

"Only librarians like to search, everyone else want to find"
(Roy Tennant)

quarta-feira

Desabafos profissionais II

Quando vêm às entrevistas de selecção para o Curso de Especialização em Ciências Documentais fico sempre apreensiva quando me dizem que a principal motivação para o curso é o amor pelos livros... Preferia que respondessem que querem ser bibliotecários porque gostam de pessoas.
Ouvido numa conferência sobre formação (autor desconhecido).

segunda-feira

Desabafos profissionais I

Gostar de livros, arrumar livros todo o santo dia, gostar de pessoas, adaptar-se a elas, utilizar regras de marketing, e esquece-las, saber de contabilidade, saber de informática, ler muito, ver catálogos... Gostar de livros.
Tem de se gostar muito deste universo com as suas infinitas particularidades para trabalhar neste ramo.
Sim, eu gosto, imensamente!

Livros e blogs

Mesmo a propósito a Ana AG enviou-me este vídeo sobre livros e blogs. Uma combinação que para além de interesante permite efectuar muitas combinações vantajosas.
Desta combinação surgem tantas perguntas: Se os blogs são literatura? Se os blogs e a internet prejudicam a leitura? Se quem lê blogs não lê livros?
Assim, logo à partida este vídeo deu-me 2 ideias... Mais tarde conto!



domingo

Bibliotecários estão na moda

Depois de a série de televisão The Librarians a profissão de bibliotecário tem agora direito a um documentário: The Holywood Librarian.
Infelizmente para já este documentário está apenas disponível nos EUA onde está a ser exibido nas bibliotecas.
Vou fazer umas investigações para ver se consigo ver este documentário... Vou dando notícias!



Mais informações no viva biblioteca viva.

Biblioteca do Ano - 2007

O prémio “Biblioteca do Ano” da Associação das Bibliotecas Alemãs e da Fundação Zeit Ebelin und Gerd Bucerius foi atribuído pela oitava vez este ano.
A biblioteca distinguida em 2007 foi a Biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster, que pelo trabalho desenvolvido recebeu um prémio no valor de 30. 000 Euros.


A biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster foi distinguida como a “Biblioteca do Ano 2007“ devido ao seu excelente trabalho em prol da integração através da cultura e da formação, mesmo estando limitada por condições especiais e problemas específicos. Reconstruída de raiz e com um novo conceito de espaço desenhado pelos arquitectos da Bolles & Wilson, a biblioteca deu um salto de qualidade. Orientada para as necessidades dos reclusos, a biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster transformou-se num exemplo a seguir para outras bibliotecas de estabelecimentos prisionais.
À final, para além da Biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster, chegaram também a Biblioteca da Universidade de Karlsruhe (www.ubka.uni-karlsruhe.de/) e a Biblioteca Municipal de Munique (www.muenchner-stadtbibliothek.de/).
Imagem: Der Spiegel

sábado

The Librarians

O Bibliotecário 2.0 já tinha falado da série The Librarians, mas volto a trazer aqui este assunto porque segundo um e-mail que recebi através de um fórum de bibliotecários, na Austrália os bibliotecários, em especial os que trabalham em bibliotecas públicas, reunem-se para ver ou discutir os episódios.
Ao que parece esta série está a fazer com que os bibliotecários voltem a reflectir sobre as questões do estereótipo da profissão e iniciem alguns processos de mudança face aos leitores e à sociedade em geral.

Esta série estreou no canal australiano ABC na semana passada e ao que parece foi um sucesso imediato.

The humble suburban library takes on a whole new meaning in the ABC TV's new comedy-drama The Librarians, which starts production in Melbourne on March 5.
A co-production between ABC TV and Gristmill Pty Ltd, The Librarians is the brainchild of actors/writers Robyn Butler and Wayne Hope. Married in real life, Butler and Hope will also star in the production.
The six-part series centres on the trials and tribulations of Frances O'Brien, a devout Catholic and head librarian. Her life unravels when she is forced to employ her ex-best friend, Christine Grimwood - now a drug dealer - as the children's librarian. Frances must do all she can to contain her menacing past and concentrate on the biggest event of the library calendar - Book Week.
The Librarians will also star Roz Hammond (The Micallef Programme, Welcher & Welcher), Bob Franklin (BoyTown, The Extra, The Craic), Kim Gyngell (The Comedy Company, Love and Other Catastrophes), Kate Kendall (Stingers), Heidi Arena (Thank God You're Here, Blue Heelers), Stephen Ballantyne (Corpse Bride) and newcomers Josh Lawson (BoyTown, Blue Heelers) and Keith Brockett.
"We are thrilled to be making The Librarians. With 25,000 books on set we have fabricated the perfect excuse to extend our summer reading, added to which, the children's library is very handy for cheap childcare, " said Robyn.
Hope, who will direct all six episodes, is a seasoned performer with feature films such as BoyTown and many television roles including Stupid Stupid Man, Crashburn and TheMicallef rogramme to his credit.
ABC TV's Executive Producer for Drama Miranda Dear added: "It's great to be working with such a dynamic comic team. With this series they bring their acute eye for social satire to bear on the world of the library in the most surprising ways. Borrowing a book may never seem as safe again."







Os episódios completos podem ser vistos na página da ABC.
Mais informações sobre esta série aqui.

quarta-feira

Comunidade de Leitores

Conceição Caleiro está de volta às Comunidades de Leitores. Depois da sucesso da Comunidade da Livraria Buchholz, os encontros decorrem agora na Fábrica de Braço de Prata, onde actualmente estão instaladas as livrarias Ler Devagar/Eterno Retorno.

Esta comunidade faz uma aproximação entre a Literatura e o Cinema - o cinema não filme livros - na segunda e terceira 5ª feira de cada mês às 21:00 horas.

Ao longo das 7 sessões serão lidos/vistos alguns dos mestres da literatura/cinema contemporâneos:
Nabokov - Lolita, Raoul Ruiz - O tempo reencontrado, Marguerite Duras - Hiroshima, meu amor, Milos Forman - Valmont ou Pascal Quignard - Todas as manhãs do mundo.

Mais informações aqui.

domingo

Prémio José Saramago para Valter Hugo Mãe

Por unanimidade, o júri do Prémio Literário José Saramago 2007 distinguiu, o poeta e romancista Valter Hugo Mãe pelo livro "O remorso de Baltazar Serapião", publicado no ano passado.

No valor de 25 mil euros, o galardão foi instituído pelo Círculo de Leitores, em homenagem ao único Nobel da Literatura de língua portuguesa, e visa distinguir autores até aos 35 anos.

Editado pela Quidnovi, o romance tem como pano de fundo a Idade Média e narra a história de um homem que casa com a mulher dos seus sonhos e que será forçado a seguir por caminhos que o levarão ao encontro da bruxaria, da possessão e do remorso.

À agência Lusa, o autor de livros como "O nosso reino" e "Desfocados pelo vento" confessou que o prémio é um contributo para o retirar "da solidão da escrita". "Tenho a consciência de que este livro não é fácil de ler porque tem passagens de grande violência, sobretudo em relação às mulheres, mas é a minha forma de protestar, expondo as situações que reflectem uma mentalidade machista", assinalou o escritor e editor, nascido em 1971 na cidade angolana de Henrique de Carvalho, hoje Saurimo, e a viver em Vila do Conde desde o final da adolescência.

Sobre o romance, José Saramago confessou tratar-se de um "tsunami" "Deu-me a sensação de estar a assistir a uma espécie de parto da língua portuguesa".

Desde a sua criação, o prémio já distinguiu Paulo José Miranda, José Luís Peixoto, Adriana Lisboa e Gonçalo M. Tavares.
Fonte: Jornal de Notícias




quinta-feira

Babel bibliotecária

Este texto chegou-me hoje por e-mail.
Sei que já não é novo mas hoje apeteceu-me partilhá-lo... vinha a propósito!

O texto "Babel Bibliotecária" é, segundo consta, um texto anónimo mas que foi publicado na Internet pela primeira vez em castelhano por Ana Maria Martinez Tamayo na Librínsula (2004) - publicação digital da Biblioteca Nacional José Martí (Cuba).

Uma versão em português do Brasil pode ser lida aqui.

Não publiquei o texto dada a sua extensão. Ainda assim acho vale a pena ler e reflectir sobre algumas pistas que deixa sobre a profissão e os profissionais.

Imagem: WPCipart

quarta-feira

I Conferência do PNL - notícias

Em tempo de balanços da I Conferência do Plano Nacional de Leitura muita coisa se disse por essa imprensa e muito pode ser observado/ouvido no auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian. Por motivos profissionais apenas consegui assistir às apresentações da manhã e tenho que dizer que não achei nada mal. Havia muito discurso de ocasião, é verdade, mas também havia muita intenção honesta e ideias de boas práticas. Tal como sucede muitas vezes nestas ocasiões as conversas que se têm e ouvem nas pausas são igualmente interessantes.

Tendo em conta que esta Conferência não foi transmitida através da internet (infelizmente)... muitos interessados ficaram de fora!
Será que haverá hipótese de ter acesso por escrito aos textos das comunicações?! Segundo uma senhora do secretariado da Conferência: - "Penso que não..."
Os resultados da Avaliação do Plano Nacional de Leitura vão ser com toda a certeza publicados... mas enquanto isso não acontece aqui ficam algumas notícias que consegui encontrar sobre este assunto:

Plano Nacional de Leitura com balanço positivo
Público

Ministra da Educação: estudos revelam "grande progresso" nos hábitos de leitura dos portugueses
Público

Leitores são «pouco exigentes», diz coordenadora de estudo
Diário Digital

Alunos que gostam de ler têm convicções políticas fortes
Diário Digital

Governo optimista com níveis de leitura dos portugueses
Diário Digital

Hábitos aumentaram desde 1997, mas portugueses lêem mais jornais do que livros
Sol

Perfil do leitor português: «Ainda é pouco exigente»
Sol

Ensino : escolas básicas e secundárias sem locais de leitura
Correio da Manhã

Governo investe até ao final do ano
Correio da Manhã

Educação: Estudo propõe limite de palavras nos textos
Correio da Manhã

Um ano de leituras
Educare

Estudo: Estudantes são os que mais frequentam bibliotecas
Diário Digital

Escolas na rede de bibliotecas
Primeiro de Janeiro

P.S. - Caso alguém tenha assistido às conferências de
Wendy Griswold (EUA), "Hábitos de leitura: Diferentes casos em contexto internacional" e de Scott Murray (Canadá), "Leitura, educação e desenvolvimento: perspectivas comparadas" pode dar-me algum feedback.

terça-feira

Poderá isto acontecer em Portugal?

Strike Actions Continue in Vancouver and Victoria Library Systems
Library Journal, 11/10/2007

After almost three months on strike, Vancouver Public Library (VPL) union members overwhelmingly voted Oct. 9 to reject a mediator’s recommendations. Some 78.1 percent turned down the offer to push some library workers up one pay grade on top of a regular increase. According to a statement on the CUPE (Canadian Union of Public Employees) Local 391 bargaining blog, the mediator’s offer failed to address 55 percent of the union’s members, lower wage earners who didn’t receive any wage adjustments as part of the offer. Some 300 of VPL’s 775 staffers would have gotten an increase of four percent. The union has maintained that pay equity and improved rights for part-time and auxiliary workers are the key issues in the strike, which this recent offer didn’t address.


With the strike ongoing since July 26, the VPL remains closed, but staffers have been busy maintaining pickets at several branches, collecting funds for a hardship committee, making potluck meals, and garnering support from neighbors (discounted coffee for VPL staffers) and celebrities (journalist Naomi Klein) alike. Picketing has become quite organized; participants sign up for 20 hours a week, choosing library locations or other city sites in solidarity with other striking city workers.

The same day Vancouver librarians rejected the mediator’s offer, 100 library workers in nearby Victoria held their fourth strike action in a month to protest what they say is a decade-long delay by municipal officials to redress the lack of pay equity for library workers. On Oct. 9, the eight branches of the Greater Victoria Public Library were shut down for five hours as library workers attended a board meeting held at the Central Library. The first walkout came on September 7, after eight months of contract negotiations between city and library officials and CUPE Local 410, which represents 220 library workers, failed to produce an agreement. According to the union, there is a wage gap of 20 to 30 percent between equivalent jobs in the city and in the library, which largely affects women. Speaking for city and library officials, municipal negotiator Ron Brunsdon told the Victoria Times Colonist that the pay equity issue was resolved in 2005 with a 9.5 percent wage increase over the last decade. CUPE 410 president Ed Seedhouse told the board that the union will agree to third-party binding arbitration about pay equity, according to another article in same newspaper.

segunda-feira

Áudio livros em português

Seis contos de autores portugueses consagrados lidos por outros tantos actores de renome dão início à primeira colecção de áudio-livros portuguesa, que será lançada quinta-feira pela editora 101 Noites.
Seis vultos da nossa literatura emprestam o melhor do seu espólio. Seis actores de renome entregam-se de voz e alma. Seis magníficos contos ganham vida.

Chama-se "Livros para Ouvir" a nova colecção, cujos primeiros 6 títulos são:
Fernando Pessoa - "Um Jantar Muito Original" (por São José Lapa)
Mário de Sá-Carneiro - "A Estranha Morte do Prof. Antena" (por João Perry)
Fialho de Almeida - "Sempre Amigos" (por Eunice Muñoz)
Camilo Castelo Branco - "Sete Mulheres" (por Nuno Lopes)
Florbela Espanca - "Mulher de Perdição" (por Alexandra Lencastre)
Eça de Queirós - "Civilização" (por José Wallenstein)

A 101 Noites resolveu lançar esta colecção, porque "as boas histórias ficam no ouvido" e adicionou-lhes a música de Alexandre Cortez (Rádio Macau e Wordsong).

Cada um dos novos "Livros para Ouvir" custa 13,90 euros e inclui um livro e um CD. No site da editora é ainda possível fazer o download do ficheiro mp3 por 4,50 euros.

Fonte: Expresso e Editora 101 noites

domingo

Digital World Library

The World Digital Library will make available on the Internet, free of charge and in multilingual format, significant primary materials from cultures around the world, including manuscripts, maps, rare books, musical scores, recordings, films, prints, photographs, architectural drawings, and other significant cultural materials.
The objectives of the World Digital Library are to promote international and inter-cultural understanding and awareness, provide resources to educators, expand non-English and non-Western content on the Internet, and to contribute to scholarly research.




Será que algumas das nossas grandes bibliotecas vai participar?!

sexta-feira

Regresso ao passado

Para quem tem saudades das antigas fichas bibliográficas e dos armários com gavetas intermináveis, aqui fica este momento de "regresso ao passado."
O tempo que não se poupava com este Catalog Card Generator...


Enviado por Biblioteca 3G.

quinta-feira

Blog Action Day - resultados

A primeira edição do Blog Action Day foi um sucesso sem precedentes e por isso mesmo a organização disponibiliza na sua página [http://blogactionday.org] um relatório bastante completo do que foi esta iniciativa apresentando alguns dos impressionantes números envolvidos.

Segundo a organização...
Measuring an initiative like Blog Action Day is difficult. In 2007 we asked bloggers to register their blogs and a rough count of RSS subscribers. It is worth remembering that RSS subscriber numbers are only one half of the readership of a blog. Many and in some cases all of a blog's readership will simply be visitors to the site. The real reach of Blog Action Day is far greater than the number below. 20,603 Blog Participated
23,327 Blog Posts (Google Blog Search)

14,631,038 RSS Readers

Informação completa sobre os resultados desta iniciativa pode ser consultada aqui.

quarta-feira

The bookstore tourism blog

O autor do Biblioteca 3G enviou-me esta hiperligação para o blog The Bookstore Tourism Blog. Da autoria de Larry Portzline, um escritor e professor da Pensilvânia (EUA), o blog ser uma "ROAD TRIPS FOR BOOK LOVERS! The grassroots Bookstore Tourism movement celebrates and sustains independent bookstores by organizing group "road trips" to cities and towns with great bookshops, literary sites and libraries. GET ON THE BOOKSTORE BUS!".

Se algum dia organizarem um visita ao Porto com passagem pela Livraria Lello prometo participar! Afinal estamos a falar da livraria que Enrique Vila-Matas classificou como a mais bonita do mundo.

Imagem: Lello

Gonçalo M. Tavares vence Prémio PT de Literatura

O escritor Gonçalo M. Tavares conquistou ontem à noite, no Brasil, o Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2007, com o livro Jerusalém, editado em 2004, em Portugal pela Editorial Caminho mas lançado o ano passado no Brasil.
O prémio com 5 anos é patrocinado pela principal empresa de telecomunicações de Portugal e é a primeira vez que inclui autores de fora do Brasil, sendo condição que tivessem sido editados naquele país. O romance Jerusalém já havia sido premiado em 2004 e 2005 em Portugal.
O valor do prémio atribuído a Gonçalo M. Tavares, anunciado ontem em São Paulo, é de 100 mil reais (37 500 euros). O segundo prémio foi para o escritor brasileiro Dalton Trevisan com Macho não Ganha Flor, a quem foi atribuído o valor de 35 mil (13 100 euros). O também brasileiro Teixeira Coelho, com História Natural da Ditadura foi o vencedor do terceiro prémio, de 15 mil reais (5 550 euros).A acompanhar o escritor em São Paulo esteve Zeferino Coelho, da Editorial Caminho.

Fonte: Editorial Caminho