sexta-feira

Feliz Natal saltitante

De partida para as noites frias de Trás-os-Montes aquecidas pelo calor das lareiras crepitantes deixo aqui os meus desejos de um Feliz Natal para todos em formato saltitante.
Ideia desenvolvida pela empresa de branding digital LBi.

quinta-feira

Conversas de biblioteca VIII

Uma leitora aproxima-se do bibliotecário e diz:

- Boa tarde, estive a procurar um livro ali no catálogo, mas não encontrei. Pode-me ajudar?
- Boa tarde, claro que sim! Pode dizer qual é o título do livro?!
- Eu não sei bem qual o título. Mas sei que o autor é João Santos ou qualquer coisa parecida. É um livro sobre sobre pedagogia.
- Muito bem, vamos então ver no catálogo o que temos de "João Santos" na área da pedagogia.
Depois de pesquisar no catálogo o bibliotecário responde:
- Ora bem... aparecem várias hipóteses de autores para "João Santos"! Teremos de ver as 24 entradas e tentar descobrir qual deles será.

Doze entradas e 27 livros depois, o bibliotecário encontra um livro que pode ser o que a leitora procura.
- Tenho aqui um livro de um autor chamado João dos Santos, publicado pela editora Assírio & Alvim em 1989 será que...
- É isso, é isso João dos Santos, Assírio & Alvim, 1989... é que eu não percebi o que tinha escrito no papel - interrompe a leitora - já agora pode dizer-me como se chama o livro.
- O título do livro de João dos Santos que temos no catálogo é: Se não sabe porque é que pergunta?

quarta-feira

The Information Literacy Cookbook: Ingredients, Recipes and Tips for Success

Book description: This book, aimed at an international audience, provides an overview of information literacy (IL) in practice; what it is, why it's become so important in the library profession and demonstrates how librarians can cultivate a better understanding of IL in their own organisations. It uses the 'Cookbook' theme throughout to provide a more informal approach, which will appeal to practitioners, and also reflects the need to provide guidance in the form of recipes, tips for success, regional variations, and possible substitutions if ingredients aren't available. This approach makes it easy to read and highly valuable for the busy information professional. It includes an overview of information literacy in higher education, the schools sector, public libraries, the health service and the commercial sector. It also includes contributions from international authors.
Key Features: 1. Highly readable for busy information professionals 2. Contains advice, case studies and examples of good practice particularly useful for practitioners 3. Relevant to librarians from all sectors 4. Suitable for an international audience.
Mais informações na página da Amazon.com
(Crítica ao livro disponível aqui)


Como achei piada ao título do livro resolvi partilha-lo aqui com vocês. Lembrou-me aqueles livros que apresentam tudo de forma muito simples e prática (como a famosa colecção "for dummies"). Nesta caso seria algo do género Tudo aquilo que sempre quis saber sobre literacia da informação e nunca teve coragem de perguntar!
Gostava de dar uma vista de olhos por este livro... vou tentar pedir emprestado a alguém já que o preço não é muito convidativo!
Imagem: Amazon.com

segunda-feira

O novo Bichinho do Conto

Para quem ainda não sabia aqui fica a informação de que a livraria Histórias com Bicho (O Bichinho do Conto) está agora em Óbidos. Ao que parece o novo espaço além de ser mais amplo, tem até uma árvore debaixo da qual se podem contar histórias...
Se tivermos em conta o antigo espaço desta livraria... a nova localização vale bem a pena uma visita.

(clicar na imagem para aumentar)

Abertos de 15 a 23 de Dezembro das 10h às 13h e das 14h às 20h.
Reabre a 15 de Janeiro com novo horário.

quarta-feira

Espírito natalício

Porque este blog está a ficar imbuído do espírito natalício (apesar da confusão, das músicas deprimentes e do consumismo) aqui fica uma sugestão a condizer com a temática deste espaço.
Para quem tem preocupações ambientais e não quer cortar pinheiros, não gosta de árvores de plástico e ainda não aderiu ao sistema de pinheiros transplantados, aqui fica esta sugestão...

Shelf Tree da autoria de Frank Visser.

terça-feira

Cesário Verde, um génio ignorado

Amanhã, dia 5 de Dezembro às 21:30, decorre no auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras a apresentação do mais recente livro de Maria Filomena Mónica Cesário Verde, um génio ignorado. A apresentação da obra será feita por Francisco José Viegas, director da Casa Fernando Pessoa.



"Nas nossas ruas, ao anoitecer / Há tal soturnidade, há tal melancolia/ Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia /Despertam-me um desejo absurdo de sofrer." Maria Filomena Mónica revê-se nos versos de Cesário Verde, os mesmos que abrem o poema "O sentimento de um Ocidental."

Para a escritora, também filósofa e historiadora, Cesário é o maior poeta moderno português. Um homem capaz de pintar as ruas de Lisboa com palavras, de mudar a tradição poética portuguesa.

"Eu quero criar uma polémica sobre quem é maior: se é o Fernando Pessoa, se é o Cesário. Temos de estar gratos ao Pessoa, porque foi ele, 40 anos depois do Cesário morrer que, pela primeira vez, disse: "Este é um grande poeta". Mas não é um poeta menor ao pé do Pessoa, pelo contrário", explica Maria Filomena Mónica.

O poeta ignorado
Cesário nasceu em 1855 em plena Baixa Pombalina e morreu 31 anos mais tarde, vítima de tuberculose. Nos finais do século XIX, era ignorado e pouco respeitado pelos poetas da época. Na biografia que escreveu, Maria Filomena Mónica compara os versos de uns e outros para mostrar a genialidade de Cesário.

"Ele tem a capacidade de comunicar emoções, de nos transmitir imagens. Ele está sempre a olhar o mundo como se fosse uma criança, tem um olhar cândido sobre tudo o que vê. As metáforas dele são absolutamente fabulosas, a adjectivação é absolutamente original. Ele fala de uma rapariguinha que é meiga e míope. Ninguém se lembraria de dizer meiga e míope.", acrescenta.

Cesário deixou cerca de 30 poemas, e muita documentação sobre ele desapareceu num incêndio na quinta que tinha em Linda-a-Pastora. Para escrever a biografia, Maria Filomena Mónica baseou-se na correspondência que sobreviveu. A autora contextualiza a época para melhor compreensão dos versos. Tal como escreve no livro: "Um poema não é um meteorito, mas o resultado da imaginação de alguém que viveu num certo tempo e num determinado país."

Um conselho aos jovens
Maria Filomena Mónica descobriu tarde o gosto pela poesia. "Os versos que me obrigaram a decorar no Livro da 3ª classe, "Batem leve, levemente", de Augusto Gil e, no liceu, alguns cantos de "Os Lusíadas" não me haviam deixado boas recordações", escreve a autora.

Aos jovens diz: "esqueçam a escola, esqueçam o que dizem os professores, esqueçam os termos da gramática e comecem a ler por puro prazer." Aconselha a leitura da poesia em voz alta, principalmente a de Cesário Verde. Um poeta de quem, diz, é fácil gostar.

In SIC online

segunda-feira

Blogs e Bibliotecários

A edição de Dezembro da revista Os Meus Livros destaca na sua secção de Internet, dois grandes blogs de bibliotecários: O Bibliotecário Anarquista do Adalberto Barreto e o Adrian & Pandora do meu colega Gaspar Matos.

O primeiro é descrito como um espaço com "considerações sobre livros, bibliotecas e assuntos afins nem sempre pelo prismas mais adequado e politicamente correcto", o segundo é um "espaço de troca de ideias, experiências, estratégias, estudos e sondagens e outros elementos sobre as relações entre os jovens e as bibliotecas".

Aos dois os meus parabéns pela referência!

quinta-feira

Piadas da SPA

A SPA vai ser anfitriã da próxima Conferência Mundial do "Public Lending Right" (Direito de Comodato nas Bibliotecas), que se realizará em Lisboa em 2008.
Esta foi uma das decisões tomadas pela Conferência Anual do PLR realizada em Paris nos dias 6, 7 e 8 de Setembro e na qual a SPA esteve representada pelo seu Administrador-Delegado, José Jorge Letria, e pela directora do Departamento de Relações Internacionais, Vanda Guerra (ver texto nas págs. 32-33). De realçar que Lisboa, por proposta da SPA, foi a escolhida de entre várias cidades candidatas apresentadas por congéneres.
No decorrer dos trabalhos dessa Conferência, José Jorge Letria apresentou o relatório português sobre a situação no nosso país do Direito de Comodato nas Bibliotecas, informando os participantes da condenação do Estado Português, por parte da Comissão Europeia, pelo facto de não ter procedido à conveniente transposição para o nosso ordenamento jurídico da Directiva Europeia sobre essa matéria.
Nesse relatório foi fornecida informação detalhada acerca das diligências que a SPA tem vindo a desenvolver no sentido de liderar esse processo no nosso país, daí podendo advir indiscutíveis vantagens para os escritores, ilustradores, tradutores e fotógrafos abrangidos por essa legislação comunitária.
Esta Conferência constituiu uma oportunidade para se fazer um ponto de situação do PLR/Direito de Comodato Público em todo o mundo. A questão da exploração electrónica dos livros foi também abordada em profundidade.
Durante os trabalhos da Conferência foi aprovada por unanimidade uma resolução dirigida aos governos dos países que têm resistido à aplicação da directiva relativa ao PLR, encontrando-se nessa situação países como Portugal, Irlanda, Grécia, Roménia e Polónia, onde os autores estão arredados dos benefícios culturais e sociais resultantes desta actividade de cobrança e gestão praticada em países como a Dinamarca ou a Finlândia há décadas, com assinaláveis resultados. Neste momento há já 27 Estados onde o Direito de Comodato Público está regulado e a funcionar - nalguns casos há 60 anos...
In página da SPA

Para tentar perceber melhor como funciona este esquema de pagamento de Direitos de Autor gerido pela PLR sugiro uma visita a esta página.
Ainda vou tentar perceber melhor como isto funciona com as bibliotecas inglesas, sabendo desde logo que esta ideia não me agrada. Enfim, sacrifícios em prol do direito à informação!

terça-feira

Conversas de biblioteca VII

Um senhora de cerca de 70 anos dirige-se ao técnico de serviço na sala de leitura e pergunta:
- Bom dia! Que tipos de livros têm aqui na biblioteca?
- Bom dia, temos vários tipos de livros. Temos livros técnicos, livros de estudo, temos literatura, enciclopédias, dicionários, temos vários tipos de livros depende daquilo que procura - responde o técnico.
- Estou a ver. E também têm livros sobre histórias reais, histórias da vida?! - perguntou a senhora com ar um misterioso.
- Sim, também temos livros sobre histórias do quotidiano, como biografias ou diários. Temos livros sobre vários assuntos.
Enquanto olha em volta para ver se não está ninguém por perto pergunta - E será que têm cá livros sobre vidas menos comuns... por exemplo... têm alguns livros sobre criminosos, ladrões ou traficantes?!
- Sim, também temos livros sobre esses assuntos. Mas se me disser exactamente o que procura talvez eu a possa ajudar melhor.
A senhora demonstrando algum embaraço diz por fim - O que eu queria mesmo era um livro que toda a gente fala, mas que acho que vocês na biblioteca não devem ter... Têm o livro Eu, Carolina?!
- Temos sim. Deixe-me só ver se está disponível.
- Muito obrigado! É que eu não sabia como havia de perguntar por um livro destes. - Desabafa a senhora com um ar satisfeito.

segunda-feira

Livros voadores

Durante as minhas navegações pelo Flickr encontrei um conjunto de fotos que achei muito interessantes e resolvi ir investigar.
Acabei por descobrir o trabalho de Ignácio Rabago e o conjunto de instalações a que chamou de Babel Library. Apesar do nome não ser original as instalações produzem bastante impacto visual sendo que a que mais me chamou à atenção foi a Babel Library IX - uma instalação feita na escadaria da biblioteca da UC Berkeley em 2005.

Nesta instalação Ignácio Rabago contou com a colaboração de uma equipa de alunos da universidade que ao longo de mais de uma semana furaram cerca de 300 livros que tinham sido abatidos da biblioteca.
A orientação de cada livro e a inclinação de cada uma das linhas foi dada pelo artista.

Mais informações sobre esta instalação aqui.
Mais informações sobre Ignacio Diaz de Rabago aqui.

quarta-feira

Oeiras Internet Challenge 2007

Pela segunda vez as Bibliotecas Municipais de Oeiras organizam o Torneio Oeiras Internet Challenge, uma competição a realizar durante todo o próximo dia 24 de Novembro (sábado). Dirigido prioritariamente ao público juvenil (a partir dos 13 anos), este torneio pretende cativar os jovens para participar num conjunto de provas que para além de divulgar a utilização da Internet, pretendem incentivar a pesquisa de informação na web, conjugando a vertente lúdica e de aprendizagem.


Mais informações em http://oeirasinternetchallenge.blogspot.com

terça-feira

Mais sobre audiolivros

Depois de já aqui ter anunciado a colecção de audiolivros lançada pela editora 101noites, deixo agora aqui mais uma iniciativa em torno destes bons companheiros de viagem.
Já agora aproveito para perguntar se alguém já ouviu estes ou outros audiolivros em viagem? Como nas próximas semanas vou ter de fazer uma viagem longa queria uma opinião.

Esta conferência realiza-se amanhã no Museu da Electricidade (Central Tejo) às 18:30.
Imagem: 101noites

quinta-feira

Nunca leio um livro que tenho de criticar; influencia-me muito!*

Um amigo que sabe que estou a moderar um Grupo de Leitores enviou-me (como provocação) um artigo - Faking it - que foi publicado no New York Times sobre um livro que tem estado nos TOPs em França: How to Talk About Books You Haven’t Read (Como Falar dos Livros que Não Lemos?) de Pierre Bayard.

Por mais estranho que esta situação possa parecer - tendo em conta as minhas actuais funções no Grupo de Leitores - tenho de reconhecer que tal situação é possível e mais frequente do que se possa imaginar. Já todos ouvidos alguém falar com bastante propriedade de livros sobre os quais se nota que só leram a contracapa, deduziram pelo título ou pelo género literário do autor, ou seja, personagens muito semelhantes à do "Pacheco" criada por Eça de Queirós.

A edição portuguesa é da Verso de Kapa que apresenta o livro assim:
Trata-se de uma análise feita sobre o acto de ler ou melhor; sobre a acto de não ler! Este livro é, sobretudo, um ensaio inteligente sobre as várias formas de apreciar um livro. A leitura da primeira à última página, em ordem e sem saltos, é apenas uma entre inúmeras possibilidades – e nem sempre a mais compensadora. O livro largado a meio, ou nas primeiras páginas, ou lido aos pedaços, ou apenas folheado – todos eles fazem parte do histórico do leitor. Isto é válido não apenas para os clássicos mais portentosos como também para as obras de consumo rápido. As quase-leituras são, de acordo com Bayard, tão válidas quanto a leitura integral. Aliás, a ideia de que se pode ler um livro por inteiro é ilusória. As pessoas começam a esquecer uma página quando começam a ler a seguinte. Com o tempo, vão confundindo as obras, ou esquecem-nas totalmente e quando são chamados a dar sua opinião, acabam por falar não do livro efectivo, mas da lembrança imperfeita e distorcida que guardaram dessas mesmas obras. O título é polémico e dá a sensação que a opinião do autor é a de incentivar à não leitura, mas o que se pretende é ensinar a “ler”, não é ler por ler (sem reter), mas saber ler de forma a conseguir falar daquele livro e de outros, sem ter lido tudo. É um livro paradoxal. O autor pretende desmistificar a ideia de que ler um livro é uma coisa que leva muito tempo e apresenta técnicas para não ler, levando assim à leitura. Como já dizia Óscar Wilde "A crítica literária é uma forma de autobiografia. Fale sempre do significado pessoal que um livro tem para si – mesmo que não o tenha lido".

O 1º capítulo do livro pode ser lido aqui.
* Citação de Oscar Wilde.
Imagem: Editora

terça-feira

Desabafos profissionais III

"Only librarians like to search, everyone else want to find"
(Roy Tennant)

quarta-feira

Desabafos profissionais II

Quando vêm às entrevistas de selecção para o Curso de Especialização em Ciências Documentais fico sempre apreensiva quando me dizem que a principal motivação para o curso é o amor pelos livros... Preferia que respondessem que querem ser bibliotecários porque gostam de pessoas.
Ouvido numa conferência sobre formação (autor desconhecido).

segunda-feira

Desabafos profissionais I

Gostar de livros, arrumar livros todo o santo dia, gostar de pessoas, adaptar-se a elas, utilizar regras de marketing, e esquece-las, saber de contabilidade, saber de informática, ler muito, ver catálogos... Gostar de livros.
Tem de se gostar muito deste universo com as suas infinitas particularidades para trabalhar neste ramo.
Sim, eu gosto, imensamente!

Livros e blogs

Mesmo a propósito a Ana AG enviou-me este vídeo sobre livros e blogs. Uma combinação que para além de interesante permite efectuar muitas combinações vantajosas.
Desta combinação surgem tantas perguntas: Se os blogs são literatura? Se os blogs e a internet prejudicam a leitura? Se quem lê blogs não lê livros?
Assim, logo à partida este vídeo deu-me 2 ideias... Mais tarde conto!



domingo

Bibliotecários estão na moda

Depois de a série de televisão The Librarians a profissão de bibliotecário tem agora direito a um documentário: The Holywood Librarian.
Infelizmente para já este documentário está apenas disponível nos EUA onde está a ser exibido nas bibliotecas.
Vou fazer umas investigações para ver se consigo ver este documentário... Vou dando notícias!



Mais informações no viva biblioteca viva.

Biblioteca do Ano - 2007

O prémio “Biblioteca do Ano” da Associação das Bibliotecas Alemãs e da Fundação Zeit Ebelin und Gerd Bucerius foi atribuído pela oitava vez este ano.
A biblioteca distinguida em 2007 foi a Biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster, que pelo trabalho desenvolvido recebeu um prémio no valor de 30. 000 Euros.


A biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster foi distinguida como a “Biblioteca do Ano 2007“ devido ao seu excelente trabalho em prol da integração através da cultura e da formação, mesmo estando limitada por condições especiais e problemas específicos. Reconstruída de raiz e com um novo conceito de espaço desenhado pelos arquitectos da Bolles & Wilson, a biblioteca deu um salto de qualidade. Orientada para as necessidades dos reclusos, a biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster transformou-se num exemplo a seguir para outras bibliotecas de estabelecimentos prisionais.
À final, para além da Biblioteca do Estabelecimento Prisional de Münster, chegaram também a Biblioteca da Universidade de Karlsruhe (www.ubka.uni-karlsruhe.de/) e a Biblioteca Municipal de Munique (www.muenchner-stadtbibliothek.de/).
Imagem: Der Spiegel

sábado

The Librarians

O Bibliotecário 2.0 já tinha falado da série The Librarians, mas volto a trazer aqui este assunto porque segundo um e-mail que recebi através de um fórum de bibliotecários, na Austrália os bibliotecários, em especial os que trabalham em bibliotecas públicas, reunem-se para ver ou discutir os episódios.
Ao que parece esta série está a fazer com que os bibliotecários voltem a reflectir sobre as questões do estereótipo da profissão e iniciem alguns processos de mudança face aos leitores e à sociedade em geral.

Esta série estreou no canal australiano ABC na semana passada e ao que parece foi um sucesso imediato.

The humble suburban library takes on a whole new meaning in the ABC TV's new comedy-drama The Librarians, which starts production in Melbourne on March 5.
A co-production between ABC TV and Gristmill Pty Ltd, The Librarians is the brainchild of actors/writers Robyn Butler and Wayne Hope. Married in real life, Butler and Hope will also star in the production.
The six-part series centres on the trials and tribulations of Frances O'Brien, a devout Catholic and head librarian. Her life unravels when she is forced to employ her ex-best friend, Christine Grimwood - now a drug dealer - as the children's librarian. Frances must do all she can to contain her menacing past and concentrate on the biggest event of the library calendar - Book Week.
The Librarians will also star Roz Hammond (The Micallef Programme, Welcher & Welcher), Bob Franklin (BoyTown, The Extra, The Craic), Kim Gyngell (The Comedy Company, Love and Other Catastrophes), Kate Kendall (Stingers), Heidi Arena (Thank God You're Here, Blue Heelers), Stephen Ballantyne (Corpse Bride) and newcomers Josh Lawson (BoyTown, Blue Heelers) and Keith Brockett.
"We are thrilled to be making The Librarians. With 25,000 books on set we have fabricated the perfect excuse to extend our summer reading, added to which, the children's library is very handy for cheap childcare, " said Robyn.
Hope, who will direct all six episodes, is a seasoned performer with feature films such as BoyTown and many television roles including Stupid Stupid Man, Crashburn and TheMicallef rogramme to his credit.
ABC TV's Executive Producer for Drama Miranda Dear added: "It's great to be working with such a dynamic comic team. With this series they bring their acute eye for social satire to bear on the world of the library in the most surprising ways. Borrowing a book may never seem as safe again."







Os episódios completos podem ser vistos na página da ABC.
Mais informações sobre esta série aqui.