Com muita pena por não estar presente desejo a todos um boa caminhada!sábado
2ª Caminhada de blogs BAD-LIS é hoje!
Com muita pena por não estar presente desejo a todos um boa caminhada!
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Bruno Duarte Eiras
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28.3.09
domingo
Conversas de biblioteca XV
Um leitor entra na biblioteca, dirige-se para o serviço de Internet e pergunta:
- Boa tarde, precisava de utilizar um computador, é possível?
- Boa tarde, de quanto tempo necessita? - pergunta o funcionário.
- 1 hora deve chegar! - responde o leitor.
- Pode ir para o PC n.º 10, sff. - diz o funcionário.
O funcionário achando que o leitor está demorar demasiado tempo fica atento...
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Bruno Duarte Eiras
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22.3.09
sábado
Dia Mundial da Poesia (iniciativas)
"Mais de quarenta iniciativas, mais espectaculares ou mais íntimas, assinalam, sábado, ao longo de todo país, o Dia Mundial de Poesia, desde homenagens a poetas e feiras do livro até sessões de declamação nos lugares mais insólitos.
Em Lisboa, a transportadora CARRIS e o Centro Nacional de Cultura (CNC) promovem uma acção conjunta de comemoração do Dia Mundial da Poesia com a iniciativa «Poesia à Solta na Cidade», que compreende leituras de poemas nos eléctricos e ascensores da CARRIS.
Estas decorrem, entre as 11:00 e as 13:00, no Eléctrico 12E (Pç. da Figueira/Elevador de Santa Justa/Lg. do Carmo/R. do Ouro) e entre as 15:00 e as 18:00, no Eléctrico 28E (Graça/Campo Ourique) e no Ascensor da Glória (Restauradores/Bairro Alto).O actor Nuno Miguel Henriques assinala a data com várias iniciativas, em vários locais do país, sendo duas delas viagens de barco pelos rios Douro, no Porto, e no Tejo, em Lisboa durante as quais irá declamar poetas portugueses.
A comemoração de Nuno Miguel Henriques termina sábado, em Portel, no Alentejo, com «Um Poder Chamado Palavra», um espectáculo de Teatro Poético, que assinala nesse dia os seus nove anos em cena.No Porto, a Editora Âmbar comemorou o Dia Mundial da Poesia quinta-feira, com uma tertúlia intitulada «Quatro Poetas», na FNAC do Norteshopping, em Matosinhos, que acolhe a apresentação de quatro reedições de clássicos da poesia portuguesa: «Folhas Caídas e Flores sem Fruto», de Almeida Garrett, «Só», de António Nobre, «O Livro de Cesário Verde», de Cesário Verde, e «Sonetos», de Florbela Espanca, sendo que a tertúlia é dinamizada por Manuel António Pina, João Luís Barreto Guimarães, Rui Lage e Jorge Reis-Sá.
Em Vizela, a Associação VIA organiza até dia 27 a Semana da Poesia 2009, que compreende uma exposição sobre a vida e obra de Ana de Sá e Braulio Caldas, poetas vizelenses, patente na Fundação Jorge Antunes.
Em Cascais, a data é assinalada com a apresentação de duas obras de poesia da autoria de Gabriel Raminhos intituladas «As Palavras depois dos Oitenta» e «Quadras que ficam», na Biblioteca Municipal de S. Domingos de Rana, às 15:00 horas.A Biblioteca Municipal da Amadora comemora sábado o Dia Mundial da Poesia, a partir das 16:00, com uma tertúlia poética sob o lema «Café com Poemas». Em Setúbal a Livraria Culsete e o Museu de Arqueologia e Etnografia de Setúbal comemoram conjuntamente a data as «Conversas à Beira da Poesia», às 21:30, na sede da livraria, com moderação de João Reis Ribeiro e participação de Arlindo Mota, Fernando Gandra, Fernando Paulino, Joaquina Soares, Jorge Faria e Manuel Medeiros.
Na mesma cidade, o TAS-Teatro Animação de Setúbal, apresenta um espectáculo com os actores Célia David, José Nobre e Maria Simões acompanhados ao piano por Rui Serôdio, no Teatro de Bolso, às 17:00, com entrada livre. No Algarve, Lagos marca a efeméride com a apresentação, às 17:00, na Galeria Restaurante «Artebúrguer», Vila da Luz, de «Infantário», o novo livro de Vieira Calado, composto por 50 poemas, enquanto em Loulé, a Biblioteca Municipal organiza sexta-feira, às 21:30, um recital dedicado à poesia escrita por mulheres, com palavras e música de Afonso Dias e Tânia Silva. "
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Bruno Duarte Eiras
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21.3.09
quinta-feira
2ª CAMINHADA DE BLOGUISTAS bad&lis - 28 de Março
"cruzar caminhos e olhares de autores, editores e leitores de blogues do mundo das bibliotecas, dos arquivos, da documentação... da ciência de informação!"
Programa
“Um dia de caminhada entre aldeias mágicas e rios de ouro, com posts e comentários qb”
Local de encontro: Arouca, Câmara Municipal
09h30 – em frente à Câmara Municipal de Arouca
10h00 – Saída de Arouca (Arouca - Covelo Paivó)
10h30 – Início da caminhada
1ª etapa - Covêlo de Paivó - Regoufe [4 km]
(...) avistando o Rio Paivó:12h30 – Almoço em Regoufe
1º post – Blogs: antes de mais uma atitude pessoal
2ª etapa - Regoufe - Drave [4 km]
(...) avistando a aldeia mágica16h00 – Lanche em Drave
2º post – Blogs... como exercício profissional
3ª etapa - Drave - Regoufe [4 km]
(...) avistando montes agrestes19h00 – Regresso
3º post – Blogs... o ponto de partida da biblioteca 2.0
Informações e inscrições: pedroprincipe@gmail.com | http://ratodebiblioteca.blogspot.com
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Bruno Duarte Eiras
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19.3.09
terça-feira
"A Edição de Livros e a Gestão Estratégica", por José Afonso Furtado
O novo livro de José Afonso Furtado - "A Edição de Livros e a Gestão Estratégica" - trata-se de uma obra destinada a um público profissional ou especializado, bem como a todos os que se interessam pelos problemas que afectam o sector da edição e do livro.Com esta obra de José Afonso Furtado a Booktailors de Paulo Ferreira e Nuno Seabra Lopes faz a sua estreia editorial.
Sinopse
Os conceitos de «edição de livros» e de «gestão estratégica» eram, até há não muitos anos, senão incompatíveis, pelo menos, dificilmente relacionáveis. Desde a década de 1980 que obras e trabalhos desenvolvidos por alguns investigadores de renome têm vindo a contribuir para a análise dos novos paradigmas com que o sector editorial se confronta.Com o advento de novos formatos, e face a uma redefinição total do sector livreiro e do mercado em que este se insere, os editores vêem-se confrontados com a imperiosa necessidade de repensar estratégias. Profusamente ilustrado com gráficos e diagramas, esta obra de José Afonso Furtado aprofunda as grandes transformações que a cadeia de valor do livro tem vindo a sofrer e contribui para repensar a forma como se tem vindo a produzir e a comercializar livros nestes primeiros anos do século XXI.
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Bruno Duarte Eiras
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17.3.09
sexta-feira
Mentiras e livros: dois terços das pessoas dizem que leram o que não leram
Uma sondagem levada a cabo pelo site britânico World Book Day revelou que dois terços dos inquiridos já mentiram sobre livros que leram, sendo o 1984 de George Orwell (42 por cento) e o Guerra e Paz de Leo Tolstoi (31 por cento), seguido do Ulisses de James Joyce (25 por cento), aqueles que mais pessoas tinham dito que leram sem ser verdade.A razão da mentira, na maior parte dos casos, era simples: impressionar o interlocutor. A Bíblia (em quarto lugar, com 24 por cento) e a autobiografia de Obama A Minha Herança (Dreams From My Father, no original) (nono lugar, com 6 por cento) também estão na lista dos livros sobre os quais as pessoas mais mentiram.
Antes de Obama estão Madame Bovary, de Gustav Flaubert (16 por cento), Uma Breve História do Tempo de Stephen Hawking (15 por cento), Os Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie (14 por cento), Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust (9 por cento). A lista termina com O Gene Egoísta, de Richard Dawkins.
Outras conclusões do inquérito: 41 por cento dos que responderam às questões confessaram ter ido espreitar à última página para saber o que acontece antes de terem terminado o livro. E ainda 96 por cento admitiram ter ficado acordadas até tarde para acabar um livro.
1. 1984, George Orwell (42 por cento)
2. Guerra e Paz, Leo Tolstoi (31 por cento)
3. Ulisses, James Joyce (25 por cento)
4. A Bíblia (24 por cento)
5. Madame Bovary, Gustave Flaubert (16 por cento)
6. Uma Breve História do Tempo, Stephen Hawking (15 por cento)
7. Os Filhos da Meia-Noite, Salman Rushdie (14 por cento)
8. Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust (9 por cento)
9. A Minha Herança ( Dreams From My Father, Barack Obama (6 por cento)
10. O Gene Egoísta, Richard Dawkins (6 por cento)
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Bruno Duarte Eiras
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13.3.09
domingo
Livros: Produção editorial aumenta graças ao crescimento "notável" das exportações - estudo
A produção editorial em Portugal aumentou ligeiramente em 2008 apesar de uma queda de vendas no mercado nacional, devido ao "notável" aumento das exportações, segundo um estudo da consultora DBK.Trata-se, segundo a consultora espanhola, de uma descida "num contexto de maturidade do mercado, estancamento do índice de leitura e forte pressão sobre os preços, devido á crescente penetração dos livros de bolso".
Ainda assim, nota o estudo, a "melhoria significativa no saldo da balança comercial" conduziu a um aumento de 0,6 por cento no valor da produção para os 365 milhões de euros.
O balanço comercial melhorou tanto pela queda de 3,1 por cento nas importações como, sobretudo, pelo aumento das exportações que cresceram 11,6 por cento para os 48 milhões de euros.
O aumento de vendas a Espanha e alguns países latino-americanos "determinaram o comportamento favorável das vendas ao exterior" ainda que tenham continua a ser Angola e Moçambique os principais mercados de destino, acolhendo respectivamente 25 e 22 por cento das exportações.
Segundo a DBK o sector editorial português está integrado por cerca de 350 empresas, que empregam entre si cerca de 3.000 pessoas, totais com tendência de baixa nos últimos anos.
Um reduzido grupo de grandes operadores concentram a maior parte da actividade, com muitas empresas especializadas a operar no mercado. Assim os cinco maiores operadores - Grupo Leya, Grupo Porto Editora, DirectGroup, Ediclube e Civilização Editora - representam uma quota de mercado de 57 por cento. Essa quota de mercado cresce para 66 por cento se considerada a participação dos 10 maiores operadores.
Olhando para o futuro a DBK sustenta que "os baixos índices de leitura da população portuguesa e a crescente alternativa de ócio noutros formatos constituem as principais ameaças para as empresas portuguesas do sector". As previsões apontam para nova descida nas vendas nacionais este ano, com tendência a uma "evolução favorável da balança comercial do sector".
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Bruno Duarte Eiras
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8.3.09
sexta-feira
"O cinema também filma livros"
Todos sabemos que existem muitos filmes cujos argumentos são adaptados de livros, alguns mais conhecidos do que outros, mas na maior oarte das vezes não temos noção da quantidade e diversidade de filmes adaptados de obras literárias.Sabia que "O estranho caso de Benjamin Buton" é baseado num conto de F. Scott Fitzgerald?
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Bruno Duarte Eiras
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6.3.09
quinta-feira
Pós-Graduação em Informação Empresarial
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Bruno Duarte Eiras
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5.3.09
quarta-feira
O outro lado da profissão
Afinal parece que temos razão!
O dia-a-dia de um bibliotecário (pelo menos de alguns) não é assim muito diferente do de um livreiro! Diferentes objectivos, públicos semelhantes, a mesma matéria-prima. Enfim, mais semelhanças do que divergências.
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Bruno Duarte Eiras
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11.2.09
terça-feira
Investigadores apontam perigos da iliteracia digital
João Amado, Teresa Pessoa e Armanda Matos consideram ser urgente fazer um diagnóstico de avaliação dos portugueses na área das TIC. "Preocupamo-nos muito com a utilização e a valorização académica da sociedade portuguesa, mas é preciso fazer esta alfabetização digital neste momento", refere Teresa Pessoa, citada pela Lusa.
E nem de propósito hoje é o Dia Europeu da Internet Segura!
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Bruno Duarte Eiras
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10.2.09
sexta-feira
Tantos livros e tão pouco tempo
No passado dia 22 de Janeiro a Casa Fernando Pessoa promoveu um debate com Bárbara Bulhosa, Francisco José Viegas e Vasco Graça Moura, a propósito da edição do livro "Livros de mais - ler e publicar na Era da Abundância", da autoria do poeta mexicano Gabriel Zaid.Nunca se publicou tanto como actualmente. De tal forma que alguns autores começam a chamar a esta excitação editorial como o pesadelo de Gutenberg.
Para ficarmos como uma ideia aqui ficam alguns números:
1 milhão de títulos por ano
1 livro publicado a cada 30 segundos
Para uma (já habitual) excelente apresentação desta livro sugiro a leitura do texto de José Mário Silva, publicado no suplemento Actual do Expresso) e do qual aqui deixo um excerto:
"Zaid não esconde a dificuldade de conseguir, no caos de um mundo de papel em expansão, o necessário «encontro feliz» entre o leitor e o seu livro. Necessário porque é só quando esse «encontro» acontece que se cumpre o ideal socrático da cultura enquanto «conversação», iluminada pelas «constelações» de sentido que só os livros sabem e podem oferecer-nos."
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Bruno Duarte Eiras
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6.2.09
quarta-feira
Papel electrónico ou a importância de gostar de livros (em papel)
Desidério Murcho na sua crónica habitual das 3ª feiras no Público:
Esta nova tecnologia permitiu o desenvolvimento de leitores electrónicos de livros: tornou-se possível ler livros electrónicos com o mesmo conforto e independência com que lemos um livro de papel. Foi então que a Amazon.com lançou o seu Kindle, um leitor electrónico de livros, exclusivamente para o mercado norte-americano. O sucesso deixou toda a gente estupefacta: as fábricas não davam conta de produzir unidades em quantidade suficiente. E então o mundo acordou. Hoje há leitores da Sony e da Phillips, assim como o novo BeBook holandês, que acabei de comprar. Do tamanho de um pequeno livro de bolso, e com a espessura de um livro de cem páginas ou menos, permite armazenar milhares de livros, em diversos formatos — DOC, TXT, HTML, PDF, MOBI. Este último é o mais indicado para ler livros e há na Internet livrarias que os vendem (quase todos em língua inglesa) neste formato. Muitos livros antigos — clássicos como Os Lusíadas — estão disponíveis gratuitamente no Projecto Gutenberg, entre muitos outros lugares da Internet. A Cambridge University Press e a Hackett, duas importantes editoras académicas, já vendem praticamente todos os novos livros de filosofia em formato electrónico, na livraria EBooks.com.
Parece-me que podemos começar a deitar fora muitos livros em papel. O BeBook nada tem a ver com um minicomputador portátil. A diferença é o ecrã, que é exactamente como o papel: sem luz, nada se lê, mas à luz do dia (ou com iluminação normal) lê-se na perfeição. E a portabilidade é espantosa: podemos andar a ler livros durante mais de uma semana sem desligar o aparelho e sem o pôr a carregar. É que nesta tecnologia o aparelho só gasta energia quando mudamos de página. De modo que quando paro de ler limito-me a fechar a capa do livro electrónico, como quem pousa um livro normal; volto a abri-lo e continuo a leitura imediatamente.
Podemos ler também as notícias dos principais jornais do mundo, no formato RSS. Quando um PDF, TXT, HTML ou DOC não permite uma boa leitura, é fácil converter para MOBI usando o programa gratuito Mobipoket Creator.
Em suma, os meus hábitos de leitura mudaram muito, e viajar é mais fácil porque não tenho de carregar quilos de livros. E quando compro livros ingleses, não tenho de pagar portes de correio nem de esperar uma semana pela entrega."
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Bruno Duarte Eiras
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4.2.09
segunda-feira
Conversas de biblioteca XIV
Uma senhora chega à biblioteca com um saco de livros e diz:
- Bom dia, eu gostaria de oferecer à biblioteca este saco de livros.
- Isso é que não! Eu quero que todos estes livros (7) fiquem na biblioteca.
- Estes livros são muito bons e importantes para todas as pessoas. Se não ficarem os 7 exemplares o livro perde impacto e fica perdido no meio dos outros numa qualquer estante.
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Bruno Duarte Eiras
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2.2.09
sábado
Ainda não é desta...
Segundo o post do blog Da Literatura a situação actual é a seguinte:
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Bruno Duarte Eiras
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24.1.09
sexta-feira
FJV e os blogs e a blogosfera
- Subscrevo!
"Há amigos que têm blogs e às vezes desistem; e há blogs que continuam. Há outras pessoas que têm blogs e não são meus amigos. Há pessoas que conheço e outras que não conheço. De vez em quanto há a tentação de fazer um balanço sobre a blogosfera e o seu ressentimento, a sua inutilidade, a sua maldade -- tanto como sobre as coisas indispensáveis que ela trouxe. Evito. Há coisas que nos deixam irritados com os outros e coisas que nos deixam despertos para os outros; os blogs fazem, em todos nós, parte da irritação e da sensação de partilharmos ideias comuns ou incomuns. Já gostei mais de blogs e já os li mais, logo de manhã. Por vários motivos, continuo a lê-los e encontro neles grandes virtudes, a par de coisas dispensáveis (a verdade é que, antigamente, muitos idiotas andavam anónimos pelas ruas e, hoje, grande parte deles se encontram na blogosfera). O género humano é assim. E há quem escreva maravilhosamente, quem escreva superiormente; e quem devia escrever mais. E quem leio sempre com prazer; há blogs que nunca leio pelo simples motivo de que não concordo com uma única palavra do que possa estar lá escrito (porque uma coisa é não concordar e discutir, e outra, inteiramente diferente, é evitar encarar o ressentimento e a ignorância); há blogs com que raramente concordo mas que leio todos os dias; e há blogs que fazem parte do meu roteiro de leituras diárias. Gostava de fazer uma lista, mas tenho medo de esquecer este e aquele; e se é uma injustiça para esses blogs, também o seria para mim. (...) Nem sempre escrevo o que quero; nem sempre escrevo quando quero; e nem sempre quero escrever no blog. Debater sobre a blogosfera é capaz de ser uma coisa muito fragmentária se não se tem uma agenda, um plano & objectivos para o quinquénio. De modo que vou escrevendo; quando posso, quando tenho tempo, quando -- mesmo não tendo tempo -- invento tempo para não perder o blog. Já tive mais tempo disponível. Tenho menos. (...) Estamos hoje muito vigiados; somos vigiados por leitores, vizinhos, colegas de trabalho, pessoas que nos amam ou nos detestam, gente irrelevante, gente a que damos importância, gente que não tem importância. A net é barata, acessível e livre. Dá para tudo, para o melhor e para o pior, para a maledicência e para a aldrabice, para as cartas de amor (ridículas, evidentemente) e para a banalização de tudo. É aí que estamos todos. Perdeu-se muita inocência na internet. Às vezes, ainda bem; de outras vezes, infelizmente. (...) E é assim; para acrescentar alguma falta de sentido a tudo isto."
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Bruno Duarte Eiras
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23.1.09
quinta-feira
Experiencias innovadoras de gestión bibliotecaria y dinamización social
Tanta coisa interessante que acontece aqui mesmo ao lado...
O espaço cultural AlhóndigaBilbao organiza em colaboração com a Fundação Germán Sánchez Ruipérez 0 Ikasiz 7. Com o título "El ciudadano demanda, la biblioteca responde. Experiencias innovadoras de gestión bibliotecaria y dinamización social", decorrem estes encontros em Bilbao, nos dias 26 e 27 de Fevereiro de 2009.Programa disponível aqui.
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Bruno Duarte Eiras
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22.1.09
quarta-feira
Final de semana em grande
Começa amanhã (22 e 23 de Janeiro) Congresso Internacional de Promoção da Leitura, na Fundação Calouste Gulbenkian. O programa completo do Congresso está disponível aqui.Para quem não puder estar presente, a FCG fará a transmissão on-line em directo das sessões neste endereço: http://live.fccn.pt/fcg/
No primeiro dia do Congresso destaco pelos autores e/ou pela (aparente) relevância dos temas as apresentações do Painel 2. Esta será uma excelente oportunidade para ouvir Teresa Colomer, Pedro Cerrillo e Michel Fayol.
No segundo dia, será de assistir a um dos 4 foruns temáticos e se possível ouvir a "conversa" de José Barata Moura, Eduardo Marçal Grilo e Fernando Savater sobre A leitura em debate.
Grandes expectativas para este Congresso Internacional!
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Bruno Duarte Eiras
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21.1.09
segunda-feira
Os municípios e o emprego na cultura: o caso das bibliotecas
O n.º 16 do Boletim OBS do Observatório das Actividades Culturais , publica um artigo da autoria de Teresa Duarte Martinho, que resulta de uma comunicação apresentada nos Encontros Alcultur 2008, em Guimarães.O texto não é exactamente uma novidade para quem trabalha em bibliotecas públicas ou se interessa pela evolução da profissão, mas ainda assim é um sempre bem vindo (e raro!) contributo para um maior conhecimento sobre a situação dos profissionais da informação em Portugal.
Questões relacionadas com a formação profissional, a empregabilidade por sectores , o reconhecimento social e a importância estratégica para a sociedade, são aspectos referidos ao longo do texto.
Acima de tudo, o que neste texto fica muito claro é o "deficit de conhecimento" sobre estes profissionais (nós!).
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Bruno Duarte Eiras
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19.1.09
quinta-feira
Fernando Pessoa no Second Life
Desenvolvida pela Câmara Municipal de Cascais, em parceria com a Comunidade Cultural e Virtual (CCV), esta exposição factual e virtual integra poemas da Mensagem de Fernando Pessoa em português e inglês dada a natureza internacional da plataforma virtual Second Life.
No decorrer da mostra está prevista a realização de uma palestra sobre o poeta que será transmitida online desde o Auditório da Biblioteca de S. Domingos de Rana para o mundo do Second Life. Para além do âmbito cultural, os visitantes podem ainda aceder a informações quer sobre Fernando Pessoa, quer sobre o Concelho de Cascais.
No mundo real, a exposição patente na Biblioteca de S. Domingos de Rana contará ainda com sessões de esclarecimento sobre a plataforma Second Life durante o período em que a exposição estiver patente.
Sendo 2009 o Ano Europeu da Inovação e da Criatividade, Cascais oferece a todos uma oportunidade de conhecer Fernando Pessoa, um ícone da cultura portuguesa, unindo os mundos real e virtual e projectando o conhecimento através de uma plataforma que atinge milhares de pessoas em todo o mundo.
Programação:
No Second Life:
16 de Janeiro | 22h00-22h45 (PDT) - Reprodução da peça “O marinheiro”, da compositora Clotilde Rosa
17 de Janeiro | 22h00-22h45 (PDT) - Actuação de João Frazão [TB Andel em Second Life] em cavaquinho - Música tradicional portuguesa [joaofrazao.net]
31 de Janeiro | 22h00-22h45 (PDT) - Actuação de Rui Gaio [Peltzer Hirano em Second Life] Música portuguesa [www.myspace.com/peltzerr]
Na Biblioteca de S. Domingos de Rana:
7 de Fevereiro | 15h15-16h00 - Palestra de Manuela Nogueira [sobrinha de Fernando Pessoa]. Transmissão em tempo real para o Second Life;
17, 24, 31 de Janeiro e 7 de Fevereiro | 16h00-18h00 – Formação em Second Life com membros de apoio;
17 e 31 de Janeiro | 15h15-16h00 – Palestras sobre a plataforma Second Life.
Biblioteca Municipal de S. Domingo de Rana
Rua das Travessas | Massapés | Tires |S. Domingos de Rana
Horário: 2ª feira das 14h00 às 19h00
3ª a 6ª feira das 10h00 às 19h00
Sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Fonte: Página da CMC
Imagem: ecosdapoesia
Por
Bruno Duarte Eiras
às
8.1.09





