Página do 11º Congresso já disponível neste endereço:
http://www.bad.pt/11congresso/
segunda-feira
Apresentação do 11º Congresso Nacional BAD
Por
Bruno Duarte Eiras
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5.3.12
sábado
Conversas de biblioteca XXIX
Um senhor entra na biblioteca e pergunta:
- Quantos livros é que posso levar para casa?
- Pode requisitar até 5 livros durante 15 dias. - Responde o bibliotecário.
Depois de passar pela sala de leitura, o senhor regressa ao balcão de empréstimo com um conjunto de 5 livros para levar para casa.
O bibliotecário regista os livros na ficha do leitor e diz:
Com um ar muito indignado o senhor responde:
Por
Bruno Duarte Eiras
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4.2.12
segunda-feira
Conversas de biblioteca XXVIII
Uma senhora telefona para a biblioteca e pergunta:
Por
Bruno Duarte Eiras
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14.11.11
sábado
Encontro de bibliotecas escolares em Leiria
Por
Bruno Duarte Eiras
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12.11.11
terça-feira
IFLA 2011 Congress News and Media | IFLA
Por
Bruno Duarte Eiras
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6.9.11
segunda-feira
Library 2.0 - The Future of Librarians in a Digital Age
We are pleased to announce the Library 2.011 World-wide Virtual Conference, November 2 - 3, 2011. The conference will be held online, in multiple time zones over the course of two days, and will be free to attend. The School of Library and Information Science (SLIS) at San José State University is the founding conference sponsor. To be kept informed of the latest conference news, please join the Library 2.0 network.
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Bruno Duarte Eiras
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11.7.11
terça-feira
Programa do XIX Governo Constitucional, as bibliotecas, o livro e os arquivos
Foi ontem apresentado o Programa do XIX Governo Constitucional e as referências às bibliotecas, ao livro e aos arquivos não são especialmente inovadoras e animadoras...
Se quantidade fosse qualidade e interesse o cenário seria este:
Biblioteca - 5 ocorrências
Livro - 3 ocorrências
Leitura - 4 ocorrências
Arquivo - 0 ocorrências
Sociedade da informação - 2 ocorrências
A única secção do documento com referências à nossa área é a seguinte:
Sector do livro, da leitura e da política da Língua
Retomar-se-á a Rede do Conhecimento, interrompida em 2005, alicerçando-se nas infra-estruturas das bibliotecas municipais uma vasta partilha de recursos e de meios tecnológicos potenciadora da divulgação e acesso ao livro e à leitura.
A fim de valorizar o papel da Cultura portuguesa no Mundo o Governo irá sistematizar o programa de tradução de literatura portuguesa no estrangeiro, com o objectivo alargá-lo a todos os países da União Europeia no prazo da legislatura, com apoio do MNE/Instituto Camões e a participação dos grupos editoriais de referência.
Com o mesmo objectivo será retomado o circuito de feiras do livro nos PALOPs e Timor.
O Governo continuará a apoiar o Plano Nacional de Leitura, reavaliando a sua função e a natureza do seu trabalho, bem como a sua ligação às bibliotecas escolares.
O Governo acompanhará a adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa garantindo que a sua crescente universalização constitua uma oportunidade para colocar a Língua no centro da agenda política, tanto interna como externamente.
Nesse sentido, irá apoiar o reforço do papel do Português como língua de comunicação internacional junto das instâncias internacionais e em profunda concertação com os restantes países da CPLP, relembrando que, mais do que criar novas entidades de promoção da Língua, interessa potenciar aquelas que já existem, sejam elas de carácter associativo, académico ou político; nessa medida, reavaliará a execução e gestão do Fundo da Língua Portuguesa.
O Governo apoiará a digitalização de fontes e de conteúdos de natureza literária e científica em Língua Portuguesa, continuando a promover, através da Biblioteca Nacional, a classificação, conservação e divulgação do espólio dos grandes criadores da Língua Portuguesa.
O Governo criará, em colaboração com entidades públicas e privadas, um conjunto o mais alargado possível de bibliotecas da Língua e da Cultura Portuguesa a distribuir pelos países e comunidades onde se fala a nossa Língua.
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Bruno Duarte Eiras
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28.6.11
quarta-feira
Seminário Vi(r)ver as Bibliotecas
No próximo dia 30 de Junho decorre no Grande Auditório da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior o Seminário Vi(r)ver as Bibliotecas.Este Seminário tem como objectivos: valorizar o papel das bibliotecas na construção do percurso dos leitores, apresentar projectos/programas de promoção das bibliotecas, divulgar e partilhar boas práticas e reflectir sobre a importância das bibliotecas no sucesso educativo.
Programa
I Seminário Vi(r) Ver as Bibliotecas – 30 de Junho
9.00 – Recepção de participantes – entrega de documentação
9.30 - Sessão de abertura – Reitor da UBI; Presidente do Politécnico; Governadora Civil; Isabel Marques (CIBE-RBE)
10.15 - 1ª Conferência Plenária – Teresa Calçada – Rede de Bibliotecas Escolares
11.00 - Coffee break
11.15 - 1º Painel – “Articulação da Biblioteca Escolar e currículo: O Papel da planificação estratégica na construção do percurso de um leitor”
§ José Saro (CIBE – RBE)
§ Carina Franco (Agrupamento de Escolas A Lã e a Neve – Covilhã)
§ Natividade Pires (ESE Castelo Branco)
§ Painel moderado por Paulo Osório (Universidade Beira Interior)
13.00 – Almoço (Livre)
14.30 – Início dos trabalhos - tarde
14.30 - 2º Painel – “Os Percursos a trilhar na formação de leitores”
§ Ana Bela Martins (RBE)
§ Fernando Azevedo (Universidade do Minho)
§ Manuela Barreto Nunes (Biblioteca Geral da Universidade Portucalense)
§ Nuno Marçal (Bibliomóvel - C.M. Proença-a-Nova)
§ Painel moderado por Carla Fernandes (DREC)
16.00 - 3º Painel – “O Papel do Marketing das bibliotecas na construção de novos utilizadores/ leitores”
§ Pedro Príncipe (Serviços de Documentação da Universidade do Minho)
§ Luísa Alvim (Casa de Camilo - Museu e Centro de Estudos)
§ Bruno Duarte Eiras (Biblioteca Municipal de Oeiras)
§ João Rui (Agrupamento de Escolas de Nelas)
§ Painel moderado por Pedro Rafael (Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha)
17.30 - Intervalo – Coffee break
17.45 - 2ª Conferência Plenária – Fernando Pinto do Amaral – Plano Nacional de Leitura
18.15 – Conclusões: Isabel Marques (Coordenadora Interconcelhia RBE)
18.45 - Sessão de encerramento
Mais informações:
Página do Seminário
Folheto
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Bruno Duarte Eiras
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15.6.11
terça-feira
Festival Silêncio
O Festival Silêncio, que promove as novas tendências artísticas em torno da palavra dita e do seu cruzamento com as outras artes, conta com um alargado número de escritores e artistas nacionais e internacionais. Conta com três áreas totalmente dedicadas à palavra escrita e dita, tais como:
1 – “Conversas do Silêncio”, um encontro singular entre escritores e artistas de diferentes áreas, com convidados como Juva Batella, José Eduardo Agualusa ou Richard Zimler;
2 – "Palavra Puxa Palavra", onde escritores estrangeiros são apresentados por escritores portugueses, como Zoran Živković, Salim Bachi, Maylis De Kérangal;
3 – “Lançamentos de Livros”, um programa diário de lançamentos de livros e audiolivros, performances e leituras encenadas, podemos destacar a apresentação de livros, como o Último Livro de Zoran Živković ou Nascimento de uma Ponte de Maylis de Kérangal.
4 – Conferências e Workshops em torno da palavra dita proferidas por escritores e pensadores portugueses e estrangeiros, como Thomas Zangiacomo Muriel Bloch e Laura Simms ou Dinis Machado.
Poderá consultar toda a programação em www.festivalsilencio.com.
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Bruno Duarte Eiras
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7.6.11
quinta-feira
Estudo "Prospectiva de una profesión en constante evolución"
No passado dia 26 de Maio foi apresentado na FESABID 2011 - XII Jornadas Españolas de Documentación, o estudo "Estudio FESABID sobre los Profesionales de la Información 2011".A apresentação da comunicação está disponível neste endereço:
http://www.fesabid.org/system/
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Bruno Duarte Eiras
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2.6.11
quarta-feira
7º Encontro Nacional de Professores a leccionar em Estabelecimentos Prisionais
Foi no ano de 2006 que se realizou o 6º (e último) Encontro Nacional de Professores a leccionar em Estabelecimentos Prisionais, em Castelo Branco, e que tão gratas recordações deixou a todos os que nele estiveram presentes. Desde então, não mais se organizou uma iniciativa deste cariz, que ambicionasse a reunião dos docentes num formato, atrevemo-nos, de «assembleia magna».Consulte o programa.
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Bruno Duarte Eiras
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1.6.11
Philip Roth ganha o prémio Man Booker Internacional 2011
Os livros de Philip Roth “estimularam, provocaram e divertiram uma enorme audiência, que continua a crescer” – e é por isso que o júri do prémio Man Booker Internacional 2011 não teve dúvidas em atribuir o prémio ao autor de "Pastoral Americana", e a um dos mais respeitados escritores norte-americanos. O prémio foi anunciado hoje no Festival de Escritores de Sydney, na Austrália.A "short-list" dos candidatos incluía o britânico Philip Pullman, autor de livros infantis, o chinês Su Tong, os americanos Anne Tyler e Marilynne Robinson, o australiano David Malouf. Fazia também parte da lista o nome do britânico John le Carré, apesar deste ter pedido para não ser incluído. “A imaginação [de Roth] não só transformou a nossa ideia da identidade judaica, como reanimou a ficção, e não apenas a ficção americana”, disse Rick Gekoski, presidente do júri que atribuiu o Man Booker. “A sua carreira é extraordinária porque ele começa num nível alto e continua sempre a subir.
Com 50 e 60 anos, quando a maior parte dos escritores estão em declínio, ele escreveu uma série de romances da mais elevada qualidade”. Roth agradeceu o prémio e afirmou que um dos prazeres que tem enquanto escritor é que o seu trabalho seja lido internacionalmente “apesar de todas as dores de tradução que isso implica”.
Fonte: Público
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Bruno Duarte Eiras
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18.5.11
domingo
Estarão os livros condenados a desaparecer? Books ebooks & Cia.
Auditório da Biblioteca
Convidados:
- Bruno Duarte Eiras (Biblioteca Municipal de Algés)
- R. David Lankes (Information Institute of Syracuse)
- Maria do Rosário Pedreira (Grupo editorial Leya)
- Nuno Seabra Lopes (Book Tailors)
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Bruno Duarte Eiras
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15.5.11
sábado
De depósitos de livros a espaços sociais: novas tendências da arquitectura de bibliotecas
20.05.2011 | 18h00 - 20h00
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Rua de Entrequintas, 328
4050-329 Porto
Entrada livre

O Goethe-Institut Portugal, em colaboração com a Biblioteca Municipal Almeida Garrett, convidam para uma mesa-redonda sobre as novas tendências e os desafios da arquitectura de bibliotecas públicas, que terá lugar no dia 20 de Maio de 2011 pelas 18h00 no auditório da BMAG. Os convidados da mesa-redonda são o Dr. Volker Pirsich, director da Biblioteca Municipal de Hamm e membro da Comissão da IFLA "Serviços bibliotecários para grupos sociais multiculturais", o Sr. Julian Vielmo, arquitecto responsável pelo novo edifício central da Biblioteca Municipal de Hamm, e para o lado português Directora do Departamento Municipal de Bibliotecas do Porto, Sra. Sofia Alves, e o arquitecto responsável pelo projecto da BMAG, José Manuel Soares. A mesa-redonda será moderada por Olaf Eigenbrodt, sociólogo e membro da Comissão da IFLA "Arquitectura e Equipamento de Bibliotecas".
Em colaboração com:
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Apoio institucional:
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Bruno Duarte Eiras
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14.5.11
quinta-feira
Seminário: "Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos"
A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (Delegação Regional do Norte), em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Tecminho, convida todos os interessados a participar no Seminário “O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos”, a decorrer no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, nos próximos dias 23 e 24 de Maio.Blog do Seminário
Ficha de inscrição
TEMA 1 – INTRODUÇÃO AO AMBIENTE DIGITAL
Moderador: Jacinta Maciel
15h00 - Francisco Andrade (Escola de Direito da Universidade do Minho)
Intervalo para café
17H00 – Vera Castanheira (AGECOP)
Debate
Dia 24 de Maio (Terça-feira)
TEMA 3 – O ACESSO ABERTO AO CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Moderador: a confirmar
RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal): Balanço, novidades e perspectivas.
Intervalo para Almoço
Moderador: Isabel Costa
Agregação de conteúdos e construção de redes de recursos digitais à medida
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Bruno Duarte Eiras
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12.5.11
terça-feira
"As Bibliotecas 100 anos depois da República" na Biblioteca Pública de Évora

«No interesse da Pátria e da República, urge que as Bibliotecas e Archivos portugueses operem a cultura mental, funcionando como universidades livres, facultando ao povo, na lição do livro, o segredo da vida social moderna; destruindo a ignorância, que foi o mais forte sustentáculo do antigo regime; investigando, no documento do passado, o papel de Portugal na civilização.
(...)
Não haverá naquelle estabelecimento [Biblioteca] fins superiores ao de aumentar a leitura, fazendo irradiar o livro, quaesquer que sejam os prejuízos da sua deterioração, porque o mal irreparavel para a Pátria e para a República seria manter a actual incultura, propositadamente conservada pelo antigo regime.
(...)
Teremos assim Bibliotecas votadas, umas à expansão do livro, outras ao repositório da alta cultura philosophica, scientifica, literária e artística, e Archivos destinados aos estudos históricos, que reivindicarão o verdadeiro legado pertencente, na história da civilização, ao glorioso povo português.
(...)
Urge recolher, installar, catalogar, connexar cuidadosamente, como peça justificativa do processo movido pelo povo ao regime que o opprimia, os milhares de documentos das extinctas casas religiosas, que provam o crime de entenebrecimento do povo, os montões de papeis suspeitos em que permanece o traço da dissipação.
(...)
Não é conservar os livros, mas torná-los úteis, o fim das Bibliotecas. Estabelecimentos de ensino público destinados ao progresso da inteligência, à extensão da cultura científica; focos de intensa irradiação mental, quer na frequência da sua sede, quer na leitura domiciliária, ou na expansão das colecções móveis; instituições de objectivo pedagógico, actuando pela franca e ilimitada comunicação com o público; as Bibliotecas são sempre elemento de instrução, por mais que as suas colecções pareçam dever ser apenas alvo da avara contemplação dos bibliómanos, pois que, quanto maior for a importância das suas obras de génio, tanto maior será a acção emancipadora do pensamento, franqueando às novas gerações o caminho do progresso incessante, a conquista de mais felicidade e de mais justiça.
(...)
O franco acesso à Biblioteca, a ampla leitura domiciliária, as colecções móveis, as salas para crianças, a leitura no caminho de ferro, nos hospitais e nas prisões (...) tem sido completamente posto à margem neste país.
(...)
Serviram em Portugal as Bibliotecas para sequestrar o livro, defendendo o povo do pecado de saber, repelindo a criança e o operário, contrariando o estudioso, traíndo o princípio que manda reservar o volume raro, para impedir a leitura do livro emancipador, exercendo a censura sobre a requisição do leitor, anulando de facto o livro, como o fazia a Inquisição, cujo crime não era destruír pelo fogo o exemplar, mas impedir pelo fogo a sua leitura.
(...)
Devem as Bibliotecas publicar listas de livros que possam pôr o cidadão ao corrente dos negócios públicos, habilitando-o a conhecer as leis eleitorais, as constituições, as reformas de instrução, os planos financeiros, tudo quanto é submetido ao seu exame pelas publicações oficiais, pela discussão do Parlamento e pelo programa dos candidatos ao mandato eleitoral.
(...)
Chamando desde já a criança á Biblioteca, prepara a República a nova geração consciente dos seus deveres e dos seus direitos, conhecedora de que a moderna vida social é orientada pelo livro e está expressa no livro.
(...)
Não bastam à instrucção do povo português as actuaes Bibliotecas dos grandes centros; é preciso instituir Bibliotecas Populares em todos os municípios, e fazer irradiar desses núcleos a corrente intellectual das Bibliotecas Móveis, que levarão os livros a todas as aldeias, engrandecendo a união da escola e tornando-a o principal centro de interesse da população.
(...)
Não é conservar os livros, mas torná-los úteis o fim das Bibliotecas. Estabelecimentos de ensino publico destinados ao progresso da intelligencia, à extensão da cultura scientifica; focos de intensa irradiação mental, quer na frequência da sua sede, quer na leitura domiciliaria, ou na expansão das collecções moveis; instituições de objectivo pedagógico, actuando pela franca e illimitada communicação com o publico; as Bibliotecas são sempre instrumento de instrucção.
(...)
Ingleses e Americanos, querendo levantar a cultura pelo self-instruction, proporcionando ao povo os meios de se instruir por si mesmo, operaram uma verdadeira revolução nas Bibliotecas. Ao tradicional conservador, cujo ideal era impedir que se folheasse o livro, substituíram o moderno divulgador.»
Por
Bruno Duarte Eiras
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26.4.11
segunda-feira
25 de Abril: da efeméride à História
25 de Abril: da efeméride à História
Por
Bruno Duarte Eiras
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25.4.11
sábado
Dia Mundial do Livro
Mensagem da UNESCO
Mensagem da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
Por
Bruno Duarte Eiras
às
23.4.11













