Fortunately, public libraries have taken on the role as the provider of free public access to the Internet and computers for those who are not able to gain access elsewhere, for whatever reason. Whether it’s a business traveler who needs to check his or her office email when out of town or a homeless person who has no other means for finding social services to meet his or her needs, all Americans can count on the public library in their community for access to the Internet and computers, supported by staff trained to help users be successful in their interactions. This access has also proven to be critical in times of disaster, where libraries may be the only access point still operating that can provide a delivery point for government and social services to those displaced.
quinta-feira
Opportunity for All How the American Public Benefits from Internet Access at U.S. Libraries
Fortunately, public libraries have taken on the role as the provider of free public access to the Internet and computers for those who are not able to gain access elsewhere, for whatever reason. Whether it’s a business traveler who needs to check his or her office email when out of town or a homeless person who has no other means for finding social services to meet his or her needs, all Americans can count on the public library in their community for access to the Internet and computers, supported by staff trained to help users be successful in their interactions. This access has also proven to be critical in times of disaster, where libraries may be the only access point still operating that can provide a delivery point for government and social services to those displaced.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
1.11.12
Internet use increases the odds of using the public library
| Title: | Internet use increases the odds of using the public library |
|---|---|
| Author(s): | Pertti Vakkari, (School of Information Sciences, University of Tampere, Tampere, Finland) |
| Citation: | Pertti Vakkari, (2012) "Internet use increases the odds of using the public library", Journal of Documentation, Vol. 68 Iss: 5, pp.618 - 638 |
| Keywords: | Impact, Individual behaviour, Information searches, Internet, Public libraries, User studies |
| Article type: | Research paper |
| DOI: | 10.1108/00220411211256003 (Permanent URL) |
| Publisher: | Emerald Group Publishing Limited |
| Acknowledgements: | This study was supported by the Finnish Library Foundation and the Ministry of Education. |
| Abstract: | Purpose
– The functional equivalence hypothesis suggests that a new
communication medium will replace those activities that most closely
perform the same functions for users as did the established media. There
is scarce empirical evidence whether use of the internet displaces use
of the public library. This survey aims to explore how the use of the
internet is associated with the use of the public library for studying,
work and business, everyday activities, and leisure activities. The
author also studies which factors in addition to internet use predict
the use of public libraries for these purposes. Design/methodology/approach – The data is based on a nationwide representative survey of the adult population in Finland aged 15-79. The author used binary logistic regression analysis for modelling and predicting library use. Findings – The results show that the use of the internet is positively associated with the use of public libraries. Those using the internet tend also to use the public library. Thus, the use of the internet does not replace the use of the public library, but merely complements it. It is found that the frequency of internet use and the number of books read are the strongest predictors of public library use. Originality/value – This is the first study to show that the use of the internet for studying, work and business, everyday activities, and leisure activities is not replacing public library use for the same purposes, but merely complementing it. Ver uma apresentação ppt deste artigo realizada pelo autor. |
Por
Bruno Duarte Eiras
às
1.11.12
segunda-feira
Como organizar uma biblioteca pública, segundo Umberto Eco
- Como ser um índio
- Como apresentar um catálogo de arte
- Como organizar uma biblioteca pública
- Como tirar férias inteligentes
- Como viajar com um salmão
- Como fazer um inventário
Etc...
Como organizar uma biblioteca pública, por Umberto Eco:- Os catálogos devem ser divididos ao máximo: deve-se ter muito cuidado em separar o catálogo dos livros do das revistas, este do catálogo por assuntos e ainda os livros de aquisição recente dos livros de aquisição mais antiga. De preferência, a ortografia nos dois catálogos (aquisições antigas e recentes), deve ser diferente: por exemplo, nas aquisições recentes, farmacologia deve vir com f, e nas antigas com ph; Tcheco-Eslováquia deve vir com T nas aquisições recentes, e nas antigas sem T: Checo-Eslováquia.
- Os temas devem ser decididos pelo bibliotecário. Os livros não devem jamais trazer no colofão qualquer indicação acerca dos assuntos sob os quais devem ser classificados.
- As siglas devem ser instrascrevíveis e de preferência muitas, de modo que nunca reste a quem preencha a ficha espaço suficiente para incluir a última denominação, considerada irrelevante, e assim o encarregado possa sempre restituir-lhe a referida ficha para ser preenchida da maneira correta.
- O tempo entre o pedido e a entrega do livro deve ser sempre muito longo.
- Não é necessário entregar ao usuário mais de um livro de cada vez.
- Os livros entregues ao usuário porque foram solicitados por ficha não podem ser levados para a sala de consultas, isto é, a vida do consulente deve ser dividida em dois aspectos fundamentais: um dedicado à leitura e outro inteiramente votado à consulta. A biblioteca deve desencorajar a leitura cruzada de vários livros, porque pode provocar o estrabismo.
- Se possível, desaconselha-se totalmente a presença de máquinas fotocopiadoras; no entanto, se uma delas existir, o acesso a seu uso deve ser muito complexo e cansativo, o custo de cada cópia deve ser superior às papelarias e os limites reduzidos a duas ou três páginas copiadas por usuário.
- O bibliotecário deve sempre encarar o leitor como um inimigo, um vagabundo (senão, estaria trabalhando), um ladrão em potencial.
- A sala de consultas deve ser inatingível.
- Os empréstimos devem ser desencorajados.
- Os empréstimos entre bibliotecas deve ser impossível, ou pelo menos demandar muitos meses. O melhor, neste caso talvez seja assegurar a impossibilidade de vir a conhecer o que existe nas demais bibliotecas.
- Em consequência disso, os furtos devem ser facílimos.
- Os horários devem coincidir absolutamente com os horários de trabalho, discutidos previamente com os sindicatos: fechamento irrevogável aos sábados, aos domingos, às noites e na hora das refeições. O maior inimigo da biblioteca é o estudante que trabalha; o maior amigo é qualquer um que tenha uma biblioteca própria, e que portanto não tenha necessidade de vira à biblioteca e, ao morrer, legue a essa os livros que possuía.
- Não deve ser possível descansar no interior da biblioteca de modo algum, e em todo caso não deve ser possível descansar sequer do lado de fora da biblioteca sem antes ter devolvido todos os livros que se tinha pedido, de modo a ser obrigado a pedi-los novamente depois de tomar um café.
- Nunca deve ser possível reencontrar o mesmo livro no dia seguinte.
- Nunca deve ser possível saber quem pegou emprestado o livro que está faltando.
- De preferência, nada de banheiros.
- Idealmente, o usuário não deveria poder entrar na biblioteca; admitindo-se que entre, usufruindo obstinada e antipaticamente de um direito que lhe foi concedido com base nos princípios da Revolução Francesa, mas que ainda não foi assimilado pela sensibilidade coletiva, não deve e não deverá de modo algum, excetuando as rápidas travessias da sala de consulta, ter acesso à penetrália das estantes.
Fonte: LivroseAfins
Por
Bruno Duarte Eiras
às
29.10.12
terça-feira
11º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
Por
Bruno Duarte Eiras
às
16.10.12
sexta-feira
IFLA 2012: Prémio de Melhor Poster "Prison Library Now"
![]() |
| Com Gerhard Peschers junto ao poster vencedor do Prémio de Melhor Poster IFLA 2012. |
![]() |
| Folheto explicativo do poster "Prison Library Now". |
Por
Bruno Duarte Eiras
às
21.9.12
quinta-feira
Código de Ética para Bibliotecários e Outros Profissionais de Informação (IFLA)
Por
Bruno Duarte Eiras
às
20.9.12
terça-feira
Congresso da IFLA # Dia 5
Por
Bruno Duarte Eiras
às
14.8.12
segunda-feira
Congresso da IFLA # Dia 4
Logo no início da sessão fiquei a perceber que para esta sessão se pretendia uma dinâmica diferente e que a ideia era após apresentações de comunicações, fazer com que "cada mesa" (grupo de 8 pessoas) debate-se o assunto apresentado e fizesse um resumo das opiniões que no final seriam incluídas nas conclusões.
Nota: Apesar da Câmara de Helsínquia nunca chegar a ler esta mensagem, aqui fica o agradecimento pela oferta aos participantes do Congresso da IFLA do free-pass para todos os transportes da área metropolitana de Helsínquia.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
13.8.12
domingo
Sessão de Abertura do 78º Congresso da IFLA
IFLA 2012 Opening Session from Kirjastokaista on Vimeo.
Sessão de Abertura do 78º Congresso da IFLA (Helsínquia)
Destaque para a actuação de Karoliina Kantelinen e de Iiro Rantala.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
12.8.12
Congresso da IFLA # Dia 3
As comunicações apresentadas no 78º Congresso da IFLA estão disponíveis neste endereço:
Por
Bruno Duarte Eiras
às
12.8.12
sábado
Congresso da IFLA # Dia 2
No Secretariado confirmam a nossa inscrição, imprimem o cartão de identificação e avisam que devemos utilizá-lo de forma visível sempre que estivermos no Congresso. Explicam rapidamente a documentação que se encontra na pasta (este ano é uma mochila) e informam que sempre que precisa de alguma informação, ajuda ou esclarecimento devo dirigir-me a uma dos 300 voluntários que estão espalhados pela área do Congresso. No final perguntam se temos alguma questão e por fim despedem-se com um enorme sorriso e dão-nos as Boas Vindas ao Congresso da IFLA e a Helsínquia! (Tervetuloa - Bem vindo em finlandês).
Por
Bruno Duarte Eiras
às
11.8.12
sexta-feira
Congresso da IFLA # Dia 1
Amanhã começa oficialmente o Congresso!
Por
Bruno Duarte Eiras
às
10.8.12
quarta-feira
Congresso da IFLA e as bibliotecas da Finlândia - o vídeo
Libraries now – a film about Helsinki and libraries from IFLA on Vimeo.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
11.7.12
quinta-feira
IFLA World Library and Information Congress - 78th IFLA General Conference and Assembly
Mais informações na página do 78º Congresso da IFLA.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
14.6.12
“Portais de acesso ao passado e ao futuro”
“Portais de acesso ao passado e ao futuro”
“Portais de acesso ao futuro e ao passado” – Bibliotecas na Alemanha
Organizado pelo BID (Bibliothek & Information Deutschland e.V.) 3a edição revista, Hildesheim, 2007 120 p., 103 fotos, gráficos, tabelas, mapas em cores. Brochura
Por
Bruno Duarte Eiras
às
17.5.12
quarta-feira
Bibliotecas Municipais de Oeiras são parceiras do Festival do Primeiro Romance de Chambéry
A partir deste ano os Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras são os representantes de Portugal neste Festival, indicando uma lista de autores de primeiros romances seleccionados de entre os que foram publicados no último ano.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
16.5.12
13º Encontro da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas
Por
Bruno Duarte Eiras
às
9.5.12
segunda-feira
13º Encontro da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas
Por
Bruno Duarte Eiras
às
30.4.12
O texto na era digital

"Houve um tempo em que o hábito de manter cadernos de anotações era algo bastante corriqueiro. Os chamados de "livros de lugares-comuns" (ou commonplace books ) eram utilizados pelos leitores para o registro de trechos e passagens interessantes com que se deparavam em suas leituras. Mas além de transcrições, esses cadernos também reuniam apontamentos sobre a vida cotidiana, conforme relata o historiador Robert Darnton em A Questão dos Livros (Cia. das Letras, 2009, p.164). Essas informações eram grupadas e reorganizadas à medida que novos excertos iam sendo acrescidos. O hábito espalhou-se por toda a Inglaterra no início da era Moderna, e muitos escritores famosos - entre eles John Milton e Francis Bacon - cultivaram essa maneira especial de absorver a palavra impressa, fundada na não linearidade e na fragmentação da informação."
Por
Bruno Duarte Eiras
às
23.4.12
sábado
VI Congreso Nacional de Bibliotecas Públicas (Espanha)
Para conocer las normas de presentación de comunicaciones consultar aquí.
Por
Bruno Duarte Eiras
às
21.4.12





















