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quinta-feira

Opportunity for All How the American Public Benefits from Internet Access at U.S. Libraries


The rapid adoption of the Internet and computing technologies by all sectors of modern society has made them an indispensable part of our daily work and life. Yet not all individuals have consistent access to these resources—they may be unable to afford them, they may need basic training in how to use them, or they may be displaced from their normal access points.

Fortunately, public libraries have taken on the role as the provider of free public access to the Internet and computers for those who are not able to gain access elsewhere, for whatever reason. Whether it’s a business traveler who needs to check his or her office email when out of town or a homeless person who has no other means for finding social services to meet his or her needs, all Americans can count on the public library in their community for access to the Internet and computers, supported by staff trained to help users be successful in their interactions. This access has also proven to be critical in times of disaster, where libraries may be the only access point still operating that can provide a delivery point for government and social services to those displaced.

The results of this study clearly show that public libraries are a key element of America’s digital infrastructure, and that large numbers of people are using libraries’ public access services to meet their needs in health, education, employment, and other important areas. But it also shows that beyond the Internet connections and computers that libraries provide to make this possible, the one-on-one help and other resources librarians, library staff, and volunteers provide to the users is an important element in the success of these services.

Estudo completo disponível aqui.

Internet use increases the odds of using the public library

Title:Internet use increases the odds of using the public library
Author(s):Pertti Vakkari, (School of Information Sciences, University of Tampere, Tampere, Finland)
Citation:Pertti Vakkari, (2012) "Internet use increases the odds of using the public library", Journal of Documentation, Vol. 68 Iss: 5, pp.618 - 638
Keywords:Impact, Individual behaviour, Information searches, Internet, Public libraries, User studies
Article type:Research paper
DOI:10.1108/00220411211256003 (Permanent URL)
Publisher:Emerald Group Publishing Limited
Acknowledgements:This study was supported by the Finnish Library Foundation and the Ministry of Education.
Abstract:Purpose – The functional equivalence hypothesis suggests that a new communication medium will replace those activities that most closely perform the same functions for users as did the established media. There is scarce empirical evidence whether use of the internet displaces use of the public library. This survey aims to explore how the use of the internet is associated with the use of the public library for studying, work and business, everyday activities, and leisure activities. The author also studies which factors in addition to internet use predict the use of public libraries for these purposes.
Design/methodology/approach – The data is based on a nationwide representative survey of the adult population in Finland aged 15-79. The author used binary logistic regression analysis for modelling and predicting library use.
Findings – The results show that the use of the internet is positively associated with the use of public libraries. Those using the internet tend also to use the public library. Thus, the use of the internet does not replace the use of the public library, but merely complements it. It is found that the frequency of internet use and the number of books read are the strongest predictors of public library use.
Originality/value – This is the first study to show that the use of the internet for studying, work and business, everyday activities, and leisure activities is not replacing public library use for the same purposes, but merely complementing it.

Ver uma apresentação ppt deste artigo realizada pelo autor.

segunda-feira

O texto na era digital

Link"Houve um tempo em que o hábito de manter cadernos de anotações era algo bastante corriqueiro. Os chamados de "livros de lugares-comuns" (ou commonplace books ) eram utilizados pelos leitores para o registro de trechos e passagens interessantes com que se deparavam em suas leituras. Mas além de transcrições, esses cadernos também reuniam apontamentos sobre a vida cotidiana, conforme relata o historiador Robert Darnton em A Questão dos Livros (Cia. das Letras, 2009, p.164). Essas informações eram grupadas e reorganizadas à medida que novos excertos iam sendo acrescidos. O hábito espalhou-se por toda a Inglaterra no início da era Moderna, e muitos escritores famosos - entre eles John Milton e Francis Bacon - cultivaram essa maneira especial de absorver a palavra impressa, fundada na não linearidade e na fragmentação da informação."

Texto completo aqui.

Fonte: Revista Língua

quinta-feira

Informação na Internet e Gestão do Conhecimento

De 27 a 30 de Julho realizou-se no Brasil o 2º Seminário sobre Informação na Internet que teve como objectivos analisar os aspectos relacionados com a transmissão, armazenamento, preservação e divulgação da informação através da internet, bem como as políticas nacionais de conteúdos digitais e de governança na Internet com vistas a uma adequada inclusão digital da sociedade.

Paralelamente realizou-se de 31 de Julho a 1 de Agosto o 2º Congresso Ibero-Americano de Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva que teve principais objectivos discutir o papel da Inteligência Competitiva e da Gestão do Conhecimento nas políticas públicas e no sistema de ICT, inclusivé na informação científica, tecnológica e industrial, com suas infra-estruturas: sistemas, redes, centros, produtos e serviços de informação, pesquisas, cursos, eventos técnico-científicos e associações profissionais.

As apresentações feitas nestes 2 eventos estão disponíveis aqui.
Imagem: IBICT

quarta-feira

Polémica do momento: "Is Google making us stupid?"

O artigo de Nicholas Carr, publicado no último número da revista The Atlantic, está a deixar os bibliotecários norte-americanos, e não só, com os cabelos em pé e tem causado várias conversas em torno da filosofia, da psicologia, da medicina e, claro está, da biblioteconomia!

O artigo tem como título Is Google making us stupid? e faz uma série de considerações sobre o modo como utilizamos o Google e de que forma esta utilização está a condicionar/transformar as nossas capacidades de leitura e de que forma isso pode afectar a nossa compreensão e concentração necessária à leitura.

Num fórum de discussão norte-americano que subscrevo este artigo já gerou mais 300 mensagens e nem todas as opiniões são unânimes - felizmente!
Para todos os que utilizam a internet (sim, porque o Google não é A INTERNET) como ferramenta de pesquisa já se devem ter apercebido de algumas das situações descritas.

O texto faz-nos pensar nos efeitos a longo prazo da dependência na utilização da tecnologia para pesquisa de informação. Leva-nos a reflectir sobre a diferença entre informação e conhecimento, recolha de dados e pensamento. Pessoalmente não acho que o autor esteja a condenar a tecnologia considerando-a uma mera forma de recolha de dados, mas alerta para o impacto que a sua generalização possa provocar. Questões relacionadas com a existência de vários tipos de leituras também não são deixados de lado.
Em suma, o artigo problematiza uma questão que já não é nova e que consiste no eterno debate sobre os benefícios/malefícios da internet e se esta tecnologia potencia ou não o desenvolvimento das nossas capacidades de pesquisa, selecção e avaliação da informação. Afinal, como dizia um bibliotecário de Los Angeles é tudo uma questão de literacia (information literacy).
Imagem: The Atlantic

sexta-feira

Zona de Debate - CITA

O Centro Internacional de Tecnologías Avanzadas (CITA) da Fundação Germán Shánchez Ruipérez criou um espaço de reflexão sobre as TIC: o fórum Zona de Debate .

Neste espaço serão apresentados quinzenalmente artigos da autoria de diferentes investigadores de qualquer âmbito das Tecnologias de Informação, da Sociedade do Conhecimento e da Educação. Cada Debate será apoiado por vários recursos relacionados com o tema em questão: bibliografias, hiperligações de interesse, outros artigos, notícias, bem como a possibilidade de enviar comentários, críticas e sugestões.

Até Junho a Zona de Debate abordará temas vários em torno da sociedade da informação e da comunicação para a qual foral convidados alguns especialistas:

José Luis Molinuevo - Cambios en la cultura de las nuevas tecnologías. [1 de Fevereiro]
Tíscar Lara - Los blogs: identidad, educación, comunicación. [16 de Fevereiro]
Antonio Fumero - Análisis crítico de la Web social 2.0. [3 de Março]
Andoni Alonso - El debate en torno al software libre. [17 de Março]
Javier Bustamente - La sociedad del conocimiento libre. [2 de Abril]
Rafael Casado - El diseño ciudadano de las nuevas tecnologías. [17 de Abril]
Joaquín Pinto - Educación y redes sociales. [5 de Maio]

Em suma, este espaço pretende criar um local de reflexão e de referência com benefícios para todos os profissionais interessados nestes temas através da proposta de tópicos de discussão interessantes, úteis e com fundamento - "Una universidad del pensamiento para todos con sólo hacer un clic."

terça-feira

Dia Europeu da Internet Segura

Comemora-se hoje o Dia Europeu da Internet Segura. Tal como nos anos anteriores, espera-se que neste dia 55 países promovam acções de sensibilização sobre a utilização segura da Internet. Este evento é organizado a nível Europeu pelo Insafe, rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos, e tem Viviane Reding, Comissária Europeia para a Sociedade da Informação e Media, como mandatária.

O projecto Internet Segura, da responsabilidade de um consórcio coordenado pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP e que também envolve a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular/ CRIE do Ministério da Educação, a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) e a Microsoft Portugal, assegura a representação portuguesa no Insafe e preparou algumas iniciativas a nível nacional para dar relevância à temática da Internet Segura, nomeadamente acções nos Espaços Internet, o lançamento do curriculum JovensOnline.Net, colaboração no desenvolvimento de workshops nas Lojas Ponto JÁ e actividades nas escolas.



Mais informações sobre Internet Segura aqui.

domingo

British Study Says "Google Generation" a Myth; Libraries Must Step Up

aqui tinha falado no estudo feito pela Brithis Library e pela JISC sobre as capacidades e competências de informação da chamada "Geração Google".
Agora aqui ficam algumas reflexões para as bibliotecas... o cenário não parece famoso a não ser que se comece a trabalhar noutra direcção: JÁ!
* Young people not very web-literate
* Libraries must make interfaces easier
* Libraries must integrate content with commercial search engines

A new study commissioned by the British Library and JISC (Joint Information Systems Committee) says that the "Google Generation"—youth born or brought up in the Internet age—is not particularly web-literate, and their research traits—impatience in search and navigation and zero tolerance for any delay in satisfying their information needs—are becoming the norm for all age-groups. The lesson for libraries, according to the CIBER research team at University College London, is that they must step up significantly, "both raising awareness of this expensive and valuable content and making the interfaces much more standard and easier to use."

Ian Rowlands, the lead author of the report, Information Behaviour of the Researcher of the Future, said, "Libraries in general are not keeping up with the demands of students and researchers for services that are integrated and consistent with their wider Internet experience." Lynne Brindley, chief executive of the British Library, said, "Libraries have to accept that the future is now. At the British Library we have adopted the digital mindset and have seized many of the opportunities new technology offers to inspire our users to learn, discover and innovate."

The report offers several predictions for 2017 that likely also apply across the ocean to North American libraries. It foresees:

* A unified web culture, as national library services and provision will become far less meaningful
* The inexorable rise of the ebook, with print sales diminished sharply outside leisure markets
* More content explosions, as mass book digitization bears fruit
* Emerging forms of scholarship and publication, including pre-publication release and online peer review
* Virtual forms of publication in various formats
* The semantic web, in which computers become capable of analyzing all the data on the web, especially in areas like science

The report suggests that, as with the discussion about bibliographic control in the United States, libraries must never forget Google: "Given current levels of investment by the big corporate search engines, and static or declining library R&D budgets, it would seem that the only effective strategy is for tighter integration of library content with commercial search engines." Beyond that, further customization is necessary. "The main message of this report for research libraries is that the future is now, not ten years away," the report reads, adding "that they have no option but to understand and design systems around the actual behavior of today's virtual scholar."

The report also cites "a desperate need for a well-funded program of educational research and inquiry into the information and digital literacy skills of our young people. Emerging research findings from the U.S. points to the fact that these skills need to be inculcated during the formative years of childhood.... This will require concerted action between libraries, schools and parents."

terça-feira

Computer Literacy Doesn't Mean Information Literacy. Novidade ou talvez não?!

Um relatório recente (Information behaviour of the researcher of the future) coordenado pela Brithish Library e pelo JISC concluiu que a nova geração de estudantes universitários, mais expostos à Internet do que qualquer outra, pode não ter tantas capacidades de pesquisa de informação como se podia pensar.

O relatório chega à conclusão de que a geração Google (os que nasceram após 1993 e que não se lembram de quando a utilização da Internet não era generalizada) podem possuir altos índices de literacia computacional, o que não significa que tenham um bom nível de literacia de informação.
O estudo aponta como principais problemas os seguintes aspectos:

- não desenvolvem boas técnicas de pesquisa para encontrarem informação de qualidade;

- podem encontrar informação na Internet com grande rapidez, mas depois não sabem avaliar avaliar a qualidade da informação encontrada;

- não compreendem o que é de facto a Internet: um grande rede com conteúdos muito desiguais;

O relatório salienta as implicações destes problemas para os bibliotecários. Recomenda que as biblioteca disponibilizem recursos mais semelhantes com os da Internet, como o Google, e que se adaptem às novas formas de recolha de informação utilização pelos jovens.
Neste contexto surge também o estudo do Pew Internet & American Life Project, onde é referido que que a faixa etária entre os 18 e os 30 anos são os que mais utilizam as bibliotecas (essencialmente para aceder à Internet), o que nos faz pensar que as bibliotecas deviam deviam trabalhar afincadamente no ensino dos seus utilizadores com vista ao desenvolvimento de competências de informação ao nível da pesquisa, selecção e avaliação da informação.

Este relatório recordou-me algumas situações que observei durante o Oeiras Internet Challenge 2007 e que só agora vou partilhar:

- Idade não é sinónimo de capacidade
Muitas das melhores equipas eram alunos do secundário que eliminaram jovens universitários.

- Experiência não é tudo
As equipas que no ano anterior chegaram à final, desta vez foram eliminadas muito antes da fase final.

- Internet não é só texto
Falta ainda desenvolver competências a nível dos vários recursos disponíveis na Internet: texto, som e imagem.

- Internet não é o Google
Para muitas pessoas Internet e Google são sinónimos.

- Nem tudo o que está na Internet é verdade
As referidas capacidades de competências informacionais de pesquisa, selecção e avaliação da informação que é urgente trabalhar e desenvolver.

O relatório do JISC pode ser consultado aqui.

quarta-feira

Wikia Search


Novo motor de pesquisa wikia.com lançado para concorrer com o Google
Versão experimental já está na Rede

O novo motor de busca do fundador da Wikipédia, o Wikia Search, foi ontem lançado na Internet mas encontra-se em versão experimental (beta), o que quer dizer muitas das ferramentas estão ainda em desenvolvimento.
Tal como acontece com a Wikipedia, criada por Jimmy Wales, o wikia.com é baseado na participação e contribuição dos internautas, que podem controlar o sistema e organizar os resultados das suas pesquisas e melhorar a pertinência dos resultados.

Baseado num algoritmo clássico, a "classificação" dos resultados apresentados no Wikia vai ser regularmente enriquecida em função das opiniões dos seus visitantes, que são convidados a classificar a pertinência dos resultados com estrelas.

Outra inovação no Wikia é a possibilidade de cada um escrever, comentar ou detalhar o objecto de uma pesquisa neste motor de busca a partir de uma contribuição escrita (definição, imagem ou sinónimo) num "interface" Wiki.

Apoiado no espírito de comunidade, o Wikia vai permitir ainda que os seus utilizadores criem um "perfil" (à semelhança do que acontece no Facebook), criando uma rede de contactos através das pesquisas efectuadas no sítio.

Jimmy Wales, fundador do Wikipedia e um dos criadores deste novo projecto, espera que este portal "seja como um bom vinho, que melhorará com a passagem do tempo, e com as contribuições dos internautas".

Oeiras Internet Challenge 2007

Pela segunda vez as Bibliotecas Municipais de Oeiras organizam o Torneio Oeiras Internet Challenge, uma competição a realizar durante todo o próximo dia 24 de Novembro (sábado). Dirigido prioritariamente ao público juvenil (a partir dos 13 anos), este torneio pretende cativar os jovens para participar num conjunto de provas que para além de divulgar a utilização da Internet, pretendem incentivar a pesquisa de informação na web, conjugando a vertente lúdica e de aprendizagem.


Mais informações em http://oeirasinternetchallenge.blogspot.com

domingo

Digital World Library

The World Digital Library will make available on the Internet, free of charge and in multilingual format, significant primary materials from cultures around the world, including manuscripts, maps, rare books, musical scores, recordings, films, prints, photographs, architectural drawings, and other significant cultural materials.
The objectives of the World Digital Library are to promote international and inter-cultural understanding and awareness, provide resources to educators, expand non-English and non-Western content on the Internet, and to contribute to scholarly research.




Será que algumas das nossas grandes bibliotecas vai participar?!

terça-feira

Marquem nas vossas agendas

Mais informações aqui e aqui.
Imagem: CMO

quinta-feira

Informática ecológica

"Quando as pequenas coisas fazem as GRANDES diferenças o PLANETA agradece.

Ora aí está uma nova moda informática: em vez de usar o google, usar o blackle, por motivos ambientais...
Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts. Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco.
Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano.

Em resposta ao artigo, o Google criou uma versão toda escura do seu motor de busca chamada Blackle.com, que funciona exactamente como a versão original mas consome menos energia: http://www.blackle.com/"

Recebido via e-mail.

sexta-feira

Prémios Web 2.0

Vi no blog Bibliotecários sem Fronteiras que foram anunciados - no passado dia 9 - os vencedores dos "Web 2.0 Awards". Ao longo das 41 categorias referidas é possível ficar a saber quem ficou nos 3 primeiros lugares.

Para mim alguns dos vencedores são totalmente desconhecidos! No entanto, o grande interesse desta lista reside exactamente no facto de poder ser utilizada para saber quais os melhores "serviços" da web 2.0.
Imagem: Site SEOmoz.org

quinta-feira

Pesquisas dos portugueses na Internet

A MARKTEST através do NetPanel apresentou os dados referentes às pesquisas feitas pelos portugueses (a partir dos 4 anos) na Internet durante o 1º trimestre de 2007.

Apesar dos dados não serem surpreendentes, fornecem informações interessantes sobre a forma como utilizamos a Internet e as suas ferramentas. Porque motivo alguém pesquisa o endereço do Google, SAPO ou Youtube?! Será que isto quer dizer que ainda mão dominamos convenientemente a internet e que nos limitamos a escrever palavras em motores de busca para conseguir resultados...

Ao ver estes resultados lembrei-me de uma história em que alguém que estava no SAPO e queria pesquisar o endereço de internet de uma universidade, saiu do SAPO e foi ao Google fazer a pesquisa!!!

Segundo este estudo os portugueses pesquisaram por ordem de preferência as seguintes palavras:

1º Youtube
2º Hi5
3º Gmail
4º Sexo*
5º SAPO (portal)*
6º Hotmail*
7º You tube*
8º Jogos*
9º Google*
10º Wikipedia*
(…)
15º Euromilhões
16º Finanças


Podem ver notícias sobre este estudo nas seguintes ligações:

Público - Diário Digital - LUSA - Diário de Notícias - Jornal de Notícias

Vejam também esta notícia sobre a utilização da Internet feita a partir de casa.


Imagem: Público
* Ouvi a ordem destas pesquisas num programa de rádio sobre este estudo.

Quantos serão os utilizadores da Internet?

"À pergunta quantos serão os utilizadores da Internet? dois estudantes de Engenharia de Computadores e Telemática da Universidade de Aveiro respondem com o projecto pioneiro MapMyName cujo objectivo é contabilizar e mapear o número de utilizadores da Internet, a nível mundial, durante um mês. O lançamento decorreu às 00h00 do dia 22 de Abril, o Dia da Terra."





Mais informações sobre o projecto aqui.

quarta-feira

What is Web 2.0? Ideas, technologies and implications for education

Acabei de receber via e-mail o link para um interessantíssimo relatório do JISC ( Joint Information Systems Committee) sobre as possibilidade da web 2.0 - What is Web 2.0? Ideas, technologies and implications for education.

Em 64 páginas são apresentadas de forma clara e concisa várias hipóteses de utilização das ferramentas baseadas na web 2.0 bem como a sua aplicação em contexto educativo. Todos os capítulos são complementados com links para bons exemplos de utilização destas ferramentas.

"This TechWatch report was commissioned to investigate the substance behind the hyperbole surrounding "Web 2.0" and to report on the implications this may have for the UK Higher and Further Education sector, with a special focus on collection and preservation activities within libraries. (...)

The report establishes that Web 2.0 is more than a set of "cool" and new technologies and services, important though some of these are. It has, at its heart, a set of at least six powerful ideas that are changing the way some people interact. Secondly, it is also important to acknowledge that these ideas are not necessarily the preserve of "Web 2.0", but are, in fact, direct or indirect reflections of the power of the network: the strange effects and topologies at the micro and macro level that a billion Internet users produce. (...)

As with other aspects of university life the library has not escaped considerable discussion about the potential change afforded by the introduction of Web 2.0 and social media. One of the key objectives of the report is to examine some of the work in this area and to tease out some of the key elements of ongoing discussions. For example, the report argues that there needs to be a distinction between concerns around quality of service and "user-centred change" and the services and applications that are being driven by Web 2.0 ideas. This is particularly important for library collection and preservation activities and some of the key questions for libraries are: is the content produced by Web 2.0 services sufficiently or fundamentally different to that of previous Web content and, in particular, do its characteristics make it harder to collect and preserve? Are there areas where further work is needed by researchers and library specialists? The report examines these questions in the light of the six big ideas as well as the key Web services and applications, in order to review the potential impact of Web 2.0 on library services and preservation activities."

[excertos retirados do resumo]

No final do relatório 8 páginas de bibliografia permitem aprofundar os conhecimentos sobre este tema e como não podia deixar de ser grande parte são, felizmente, recursos electrónicos.
Ainda não terminei de ler todo o relatório, mas parece-me bastante completo e acessível.

domingo

Pesquisas na web: estratégias de busca

Porque pesquisar informação na internet faz parte do meu trabalho diário, aqui fica esta referência a um artigo publicado no último número da Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação da UNICAMP (v. 4, n.º 2).

Pesquisas na web: estratégias de busca
Elias Estevão Goulart, Universidade IMES
Annibal Hetem Junior,
Centro Universitário da Fundação Santo André

Resumo
A World Wide Web tem sido utilizada amplamente para a busca e seleção de informações, resultando em um de seus principais empregos como suporte para atividades acadêmicas e profissionais. Este trabalho apresenta um estudo sobre as estratégias de busca de informações na World Wide Web, visando analisar e comparar os resultados de uma pesquisa exploratória com estudo similar realizado na Universidade de Telaviv. Apresenta-se nove formas possíveis de buscas e como elas foram utilizadas nos estudos comparados. Como resultado, são apresentadas as mais efetivas e sugere-se melhor treinamento dos usuários para o conhecimento das técnicas apresentadas.

Texto completo em PDF.

quarta-feira

Tudo é 2.0

Acabei de ver n' O Bibliotecário 2.0 mais informações sobre:

Web 2.0 in Libraries: Theory and Practice

Web 2.0 in Libraries: The Tools of Web 2.0


Estas duas apresentações são da autoria de Meredith Farkas e foram criadas para o 2007 Click U Live! organizado pela SLA.