Mostrar mensagens com a etiqueta Literacia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Literacia. Mostrar todas as mensagens

domingo

Relatório da APEI sobre Literacia da Informação

Já está disponível online o último relatório da APEI (Asociación Profesional de Especialistas en Información) sobre literacia da informação.

Elaborado por Andoni Calderón Rehecho, responsável pelo Serviço de Informação e Apoio à Docência e Investigação da Biblioteca da Universidade Complutense de Madrid, sendo também membro dos grupos de trabalho sobre ALFIN da REBIUN e do Conselho de Cooperação Bibliotecária, bem como do Secretariado do Comité Permanente da Secção de ALFIN da IFLA.


Um estudo muito interessante e completo que permitirá conhecer os principais aspectos da literacia da informação. O relatório começa por apresentar o conceito de literacia da informação, referindo depois as principais normas, declarações e organizações. Apresenta ainda alguns modelos teórico-práticos, os principais programas e planos e respectiva avaliação e marketing. Refere também os principais agentes formadores nesta área, destacando alguns recursos de informação, incluindo anexos com documentos muito úteis.

O relatório está disponível no repositório E-LIS:
http://eprints.rclis.org/19154/1/Informeapeialfin.pdf

Outros relatórios estão disponíveis na página APEI: http://www.apei.es (secção informes)

sexta-feira

Geração copy/paste


A revista Domingo Magazine (suplemento do Diário do Notícias) dá destaque à questão da literacia da informação: Geração Copy/Paste.

Num artigo que apresenta algumas das conclusões de um estudo em Ciência da Informação, coordenado por Armando Malheiro, da Universidade do Porto que tem como título: A Literacia informacional no Espaço Europeu do Ensino Superior (EEES): estudo da situação das competências da informação em Portugal.

Apesar do artigo estar bem escrito e apresentar dados bastante interessantes, os resultados não são totalmente novidade para quem trabalha em bibliotecas (públicas) e regularmente lida com os chamados pré-adolescentes ou os acompanha nos trabalhos escolares.
A grande questão que se coloca é o que vamos nós, profissionais da informação ou as bibliotecas (escolares, públicas e universitárias), fazer para modificar este cenário? Qual será o nosso papel? De forma podemos contribuir para alterar este quadro de (i)literacia da informação?

Aqui ficam alguns dados interessantes:

"Os jovens de hoje são exímios utilizadores dos computadores e da internet mas nem por isso são gente mais informada. Pelo contrário. Apesar de 99 por cento deles possuírem e manipularem as novas tecnologias, manifestam uma confrangedora incompetência ao nível da pesquisa, selecção, tratamento e transformação da informação que seleccionam."

"A pesquisa mostra que ao excelente apetrechamento e manuseamento tecnológico dos jovens não se alia um bom desempenho das competências e capacidade na busca e uso da informação no quadro definido pelo Espaço Europeu de Ensino Superior (EEES) e da sociedade da informação/conhecimento. "

"«Procurámos alargar o conceito de literacia no sentido de perceber não apenas como é que as pessoas buscam informação, mas também o tipo de necessidades que as levam a procurá-la e o modo como elas se relacionam com o meio envolvente, nomeadamente, a escola e a família», sintetiza Armando Malheiro. Que atenção é dada nas universidades – e se ela foi, ou não, já prestada no secundário – ao processo de busca, selecção, uso e transformação eficiente de fontes de informação diversas é a grande questão colocada pela pesquisa. "

"«Ficam satisfeitos com os primeiros resultados das buscas. Manifestam uma postura acrítica das fontes e dos resultados obtidos», observa o investigador, ensaiando uma possível explicação para a situação: «Sentem-se auto-suficientes porque dominam o acesso e as condições de acesso tecnológico.» A possibilidade e facilidade de acederem como e sempre que quiserem a um manancial gigantesco de dados parece conferir aos jovens um forte sentimento de apropriação da informação, libertando-os das tarefas mais duras de aquisição do conhecimento."

"USO DOS RECURSOS DA NET
> Lazer: YouTube, Hi5, Messenger, downloads lideram com taxas que chegam a ultrapassar os 50% nos alunos universitários e os 60% nos dos secundário para o caso, por ex. do Messenger.
> Websites de bibliotecas, B-On (Biblioteca Online) e bibliotecas digitais com as taxas mais baixas, não atingindo os 5% nos dois níveis de ensino.
"

"VISITAS À BIBLIOTECA ESCOLAR (BE) E DA FACULDADE (BF)
> 23,6% dos alunos do secundário e 15,9% do superior nunca visitaram bibliotecas desde o 1.º ciclo.
> Verifica-se uma maior afluência no 3.º ciclo (68,6% e 60,9% do secundário e do superior, respectivamente), seguido do 2.º ciclo (47% e 42,3%).
> Só uma minoria frequenta regularmente as bibliotecas. A maioria recorre a estes espaços para estudar.
"

"UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DAS BE/BF
No ensino secundário
> Mais de 50% não utilizam os recursos disponíveis nas bibliotecas (catálogo, biblioteca digital, catálogo electrónico, bases de dados), com excepção do acesso livre (mesmo assim, 26,5% nunca o utilizaram).
No ensino superior
> Alunos utilizam uma maior diversidade de recursos, mas a sua utilização é baixa. A opção «nunca» recolhe percentagens superiores a 33% e no caso do catálogo atinge os 52%.
> O acesso livre é o recurso mais utilizado, mas só 23,5% o faz frequentemente.
"

"VISITAS À BIBLIOTECA PÚBLICA (BP)
> Foi grande a percentagem de inquiridos que não responderam. Dos que responderam, metade (tanto do secundário como do superior) nunca usou os recursos disponíveis.
"

Artigo completo aqui.
Img: DN
(Via Facebook de Antonio Merlo Vega)

sábado

Conferência "A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma análise"

Na passada 4ª feira, dia 2 de Dezembro, decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian a conferência de apresentação do estudo "A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma análise".
Realizado por uma equipa de especialistas internacionais, o estudo concentra-se nos efeitos da literacia a nível individual e económico, bem como nas medidas tomadas para a sua melhoria, como o caso do Plano Nacional de Leitura.
O analista e autor do estudo T. Scott Murray da DataAngel Policy Research Inc., responsável pelo relatório, apresenta as conclusões na página 118 e seguintes...
Infelizmente não mostram um cenário animador.

Aqui ficam algumas das notícias encontradas:
Notícia do Público / Portal do Governo / EDUCARE /

Img: PNL
O estudo está disponível aqui.

terça-feira

8 de Setembro - Dia Internacional da Literacia

E faz tanta falta fomentar o seu desenvolvimento!!!

Img: UNESCO

quinta-feira

Biblioteca e as provas de aferição de Língua Portuguesa

Para quem ainda não viu a prova de aferição de Língua Portuguesa do 4º ano deste ano continha na pergunta 9 uma agradável referência às bibliotecas e à sua utilização.


Como se pode ver na imagem a questão 9 pretende avaliar se os alunos sabem utilizar uma biblioteca, através da utilização dos vários recursos de informação disponíveis.
Infelizmente, este exercício deveria ser feito também nas provas de acesso ao Ensino Superior, cada vez fico mais decepcionado com os jovens alunos universitários.
Para além de não saberem fazer uma pesquisa, não sabem utilizar dicionários e enciclopédias e acham natural fazer um trabalho para a universidade com base em páginas da internet. (Isto é uma generalização!)
Espero que os resultados da prova, mas especialmente desta pergunta, sejam favoráveis! Seria um bom sinal para os utilizadores das bibliotecas.
Provas disponíveis aqui.

terça-feira

Investigadores apontam perigos da iliteracia digital

Três investigadores da Faculdade de Psicologia de Coimbra consideram que é necessário promover uma alfabetização digital que prepare pais, educadores e jovens para uma utilização esclarecida e responsável das novas tecnologias.
João Amado, Teresa Pessoa e Armanda Matos consideram ser urgente fazer um diagnóstico de avaliação dos portugueses na área das TIC. "Preocupamo-nos muito com a utilização e a valorização académica da sociedade portuguesa, mas é preciso fazer esta alfabetização digital neste momento", refere Teresa Pessoa, citada pela Lusa.

Na opinião dos investigadores investe-se muito no ensino da utilização das tecnologias na vida diária, mas tem-se negligenciado a parte da formação e da responsabilidade na utilização. "É fundamental para os pais, professores e as crianças", refere Armanda Matos.

E nem de propósito hoje é o Dia Europeu da Internet Segura!
Notícia completa aqui.

quarta-feira

Proposta de fim-de-semana prolongado (Agosto 2008)

Para quem tiver a agenda disponível aqui fica uma sugestão de fim-de-semana prolongado para o próximo mês de Agosto...

The UNESCO “Training the Trainers in Information Literacy Workshop" hosted by the Institute of Information Studies of Tallinn University and National Library of Estonia will take place in Tallinn, Estonia, from August 21-23, 2008.
The aim of this Workshop is to provide facilitators of information literacy with up-to-date knowledge and skills, and bring them together to discuss and share knowledge on current issues, theories, teaching and learning approaches and methods, as well as best practices and lessons learned in facilitating the development of information-related competencies.

Every individual and organization in our modern society needs to master various kinds of competencies. Information literacy or information-related competencies are important competencies in our modern society; these competencies will enable people and institutions both to succeed in a constantly changing and challenging, and highly competitive world.

Information literacy is a set of competencies allowing individuals to know when and why you need information, where to find it, and how to evaluate, use and communicate it in an ethical manner. It is believed that information literacy is the keystone to lifelong learning and an information literate individual is a self-directed individual capable of knowing how to learn throughout his/her entire lifespan. Librarians, educators and other information professionals play an important role in facilitating the development of information literacy. Therefore, providing an opportunity for librarians, educators, archivists, curators, and other professionals to develop knowledge and skills in information literacy concepts and practices is crucially important to every nation, its institutions, and other elements of its society, both public and private.


Main topics of the Workshop are as follows:

• Explaining the concept, and importance of information literacy and lifelong learning.
• Providing an overview of the current information literacy world.

• Presenting information literacy models, programs and standards.

• Sharing best practices and lessons learnt in facilitating information literacy.

• Analyzing the characteristics of learners, their needs and learning styles.
• Describing tools, methods, techniques and approaches for the development of information literacy.

• Describing ways of embedding information literacy into curricula.

• Discussing methods of assessing information literacy.

• Suggesting models and strategies for collaboration.


The Workshop will include discussions, sharing of experiences, group work, and will be facilitated by expert presenters. A Certificate of Completion will be awarded to workshop graduates who successfully complete the workshop. School and university librarians, academics, school managers and other administrators who are involved and/or in charge of facilitating the development of information-related competencies are invited to apply. A maximum of 50 participants will be accepted to the workshop mainly from the Baltic and Scandinavian countries, and Northern Europe.


Mais informações aqui.

domingo

UNESCO e IFLA lançam concurso para criação de logotipo sobre literacia informativa

A UNESCO e a IFLA convidam a propor um logótipo internacional para identificar o trabalho de desenvolvimento das habilidades informativas, igualmente denominado literacia informativa . O objectivo deste logótipo é facilitar a comunicação entre aqueles que levam a cabo projectos de litareacia informativa, a sua comunidade e a sociedade en geral. O logotipo será promovido como um símbolo internacional da literacia informacional em todo o mundo.

Mais informações sobre o concurso na página InfoLit Global.

Fonte: APBAD
Imagem: Biblioteca Pública de Évora

Na página da InfoLit Global é possível ter acesso a muita informação sobre literacia da informação, tais como documentos técnicos, blogs, recursos e ferramentas, tutoriais, notícias sobre formação, notícias etc.).

quarta-feira

Aprender a jogar ou desenvolvimento de competências de forma lúdica

Vi no BiblioFilmes que as bibliotecas de Carnegie Mellon desenvolveram 2 jogos para ajudar os alunos a desenvolverem competências de pesquisa de informação.
Apesar de não terem sido desenvolvidos para o treino e formação de bibliotecários achei-os muito úteis para esses contextos. Importa relembrar que a utilização de jogos em contexto de formação é já longa e já demonstrou os seus resultados.

Jogo 1 - Within range
Um jogo em que é necessário arrumar livros nas prateleiras utilizando o sistema de classificação do Congresso.






Jogo 2 - I'll get it!
Um jogo em que é necessário seleccionar os melhores recursos de informação tendo em conta os pedidos os utilizadores.






Ambos os jogos poderiam ser utilizados em contexto de formação de bibliotecários. O primeiro pode ser especialmente útil nas aulas de classificação... o jeito que tinha dado a alguns colegas! Já o segundo jogo podia ser utilizado para ensinar a organizar o atendimento na sala de leitura, bem como para seleccionar os melhores recursos de informação de acordo com o pedido efectuado.

Encontrei também outros jogos e sites de interesse sobe a utilização de jogos em processos de aprendizagem, especialmente na área da literacia da informação, dos quais destaco estes dois:

Library Game: Investigating the worlds of gaming and libraries since at least last week
Muita informação sobre a utilização de jogos em processos de aprendizagem: sites, artigos, exemplos de jogos.

Information Literacy Game
Jogo desenvolvido pela Universidade da Carolina do Norte para desenvolver competências dos seus alunos na área da literacia da informação.
IMPORTANTE: Estão disponíveis todos os ficheiros que compõem o jogo para o caso de alguma biblioteca querer adaptá-lo e utilizá-lo! Vamos a isso!

domingo

British Study Says "Google Generation" a Myth; Libraries Must Step Up

aqui tinha falado no estudo feito pela Brithis Library e pela JISC sobre as capacidades e competências de informação da chamada "Geração Google".
Agora aqui ficam algumas reflexões para as bibliotecas... o cenário não parece famoso a não ser que se comece a trabalhar noutra direcção: JÁ!
* Young people not very web-literate
* Libraries must make interfaces easier
* Libraries must integrate content with commercial search engines

A new study commissioned by the British Library and JISC (Joint Information Systems Committee) says that the "Google Generation"—youth born or brought up in the Internet age—is not particularly web-literate, and their research traits—impatience in search and navigation and zero tolerance for any delay in satisfying their information needs—are becoming the norm for all age-groups. The lesson for libraries, according to the CIBER research team at University College London, is that they must step up significantly, "both raising awareness of this expensive and valuable content and making the interfaces much more standard and easier to use."

Ian Rowlands, the lead author of the report, Information Behaviour of the Researcher of the Future, said, "Libraries in general are not keeping up with the demands of students and researchers for services that are integrated and consistent with their wider Internet experience." Lynne Brindley, chief executive of the British Library, said, "Libraries have to accept that the future is now. At the British Library we have adopted the digital mindset and have seized many of the opportunities new technology offers to inspire our users to learn, discover and innovate."

The report offers several predictions for 2017 that likely also apply across the ocean to North American libraries. It foresees:

* A unified web culture, as national library services and provision will become far less meaningful
* The inexorable rise of the ebook, with print sales diminished sharply outside leisure markets
* More content explosions, as mass book digitization bears fruit
* Emerging forms of scholarship and publication, including pre-publication release and online peer review
* Virtual forms of publication in various formats
* The semantic web, in which computers become capable of analyzing all the data on the web, especially in areas like science

The report suggests that, as with the discussion about bibliographic control in the United States, libraries must never forget Google: "Given current levels of investment by the big corporate search engines, and static or declining library R&D budgets, it would seem that the only effective strategy is for tighter integration of library content with commercial search engines." Beyond that, further customization is necessary. "The main message of this report for research libraries is that the future is now, not ten years away," the report reads, adding "that they have no option but to understand and design systems around the actual behavior of today's virtual scholar."

The report also cites "a desperate need for a well-funded program of educational research and inquiry into the information and digital literacy skills of our young people. Emerging research findings from the U.S. points to the fact that these skills need to be inculcated during the formative years of childhood.... This will require concerted action between libraries, schools and parents."

terça-feira

Computer Literacy Doesn't Mean Information Literacy. Novidade ou talvez não?!

Um relatório recente (Information behaviour of the researcher of the future) coordenado pela Brithish Library e pelo JISC concluiu que a nova geração de estudantes universitários, mais expostos à Internet do que qualquer outra, pode não ter tantas capacidades de pesquisa de informação como se podia pensar.

O relatório chega à conclusão de que a geração Google (os que nasceram após 1993 e que não se lembram de quando a utilização da Internet não era generalizada) podem possuir altos índices de literacia computacional, o que não significa que tenham um bom nível de literacia de informação.
O estudo aponta como principais problemas os seguintes aspectos:

- não desenvolvem boas técnicas de pesquisa para encontrarem informação de qualidade;

- podem encontrar informação na Internet com grande rapidez, mas depois não sabem avaliar avaliar a qualidade da informação encontrada;

- não compreendem o que é de facto a Internet: um grande rede com conteúdos muito desiguais;

O relatório salienta as implicações destes problemas para os bibliotecários. Recomenda que as biblioteca disponibilizem recursos mais semelhantes com os da Internet, como o Google, e que se adaptem às novas formas de recolha de informação utilização pelos jovens.
Neste contexto surge também o estudo do Pew Internet & American Life Project, onde é referido que que a faixa etária entre os 18 e os 30 anos são os que mais utilizam as bibliotecas (essencialmente para aceder à Internet), o que nos faz pensar que as bibliotecas deviam deviam trabalhar afincadamente no ensino dos seus utilizadores com vista ao desenvolvimento de competências de informação ao nível da pesquisa, selecção e avaliação da informação.

Este relatório recordou-me algumas situações que observei durante o Oeiras Internet Challenge 2007 e que só agora vou partilhar:

- Idade não é sinónimo de capacidade
Muitas das melhores equipas eram alunos do secundário que eliminaram jovens universitários.

- Experiência não é tudo
As equipas que no ano anterior chegaram à final, desta vez foram eliminadas muito antes da fase final.

- Internet não é só texto
Falta ainda desenvolver competências a nível dos vários recursos disponíveis na Internet: texto, som e imagem.

- Internet não é o Google
Para muitas pessoas Internet e Google são sinónimos.

- Nem tudo o que está na Internet é verdade
As referidas capacidades de competências informacionais de pesquisa, selecção e avaliação da informação que é urgente trabalhar e desenvolver.

O relatório do JISC pode ser consultado aqui.

quarta-feira

The Information Literacy Cookbook: Ingredients, Recipes and Tips for Success

Book description: This book, aimed at an international audience, provides an overview of information literacy (IL) in practice; what it is, why it's become so important in the library profession and demonstrates how librarians can cultivate a better understanding of IL in their own organisations. It uses the 'Cookbook' theme throughout to provide a more informal approach, which will appeal to practitioners, and also reflects the need to provide guidance in the form of recipes, tips for success, regional variations, and possible substitutions if ingredients aren't available. This approach makes it easy to read and highly valuable for the busy information professional. It includes an overview of information literacy in higher education, the schools sector, public libraries, the health service and the commercial sector. It also includes contributions from international authors.
Key Features: 1. Highly readable for busy information professionals 2. Contains advice, case studies and examples of good practice particularly useful for practitioners 3. Relevant to librarians from all sectors 4. Suitable for an international audience.
Mais informações na página da Amazon.com
(Crítica ao livro disponível aqui)


Como achei piada ao título do livro resolvi partilha-lo aqui com vocês. Lembrou-me aqueles livros que apresentam tudo de forma muito simples e prática (como a famosa colecção "for dummies"). Nesta caso seria algo do género Tudo aquilo que sempre quis saber sobre literacia da informação e nunca teve coragem de perguntar!
Gostava de dar uma vista de olhos por este livro... vou tentar pedir emprestado a alguém já que o preço não é muito convidativo!
Imagem: Amazon.com